Saúde e Bem-Estar Mato Grosso do Sul
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SES MS divulga 1º LIRAa de 2026 com alerta para risco de arboviroses

Levantamento de janeiro aponta municípios em alto e médio risco, reforçando necessidade de ações rápidas contra o Aedes aegypti

SES MS divulga 1º LIRAa de 2026 com alerta para risco de arboviroses

O resultado do LIRAa reforça a urgência de intensificar ações em municípios com alto risco, prevenindo epidemias de arboviroses. Para o cidadão, a mensagem é clara: eliminar focos do mosquito é vital para a saúde coletiva e o controle eficaz das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti em Mato Grosso do Sul.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS) publicou os dados do primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, realizado em janeiro. O levantamento apontou que diversos municípios sul-mato-grossenses estão em situação de alerta quanto à infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Entre os municípios que apresentaram índices elevados, caracterizando alto risco, destacam-se Rio Negro (8,80), Paranhos (8,20), Eldorado (7,00), Terenos (6,20) e Santa Rita do Pardo (6,00). Cidades como Maracaju (4,90), Vicentina (4,60) e Naviraí (4,10) também sinalizam preocupação, exigindo ações de controle imediatas para evitar surtos.

Na faixa de médio risco, que indica necessidade de atenção e reforço das medidas preventivas, estão Anaurilândia (3,90), Água Clara (3,70), Ponta Porã (3,70) e Bataguassu (3,50). A capital Campo Grande, com índice de 1,40, mantém risco moderado, reforçando a importância da continuidade das intervenções locais.

Mesmo municípios com índice zero, como Chapadão do Sul, Dois Irmãos do Buriti e Juti, precisam manter a vigilância. A SES alerta para a importância de confirmar a confiabilidade dos dados por meio de outros métodos, como o monitoramento por ovitrampas — armadilhas que detectam a presença do Aedes aegypti — evitando assim uma falsa sensação de segurança.

O LIRAa é uma ferramenta estratégica fundamental para identificar áreas com maior infestação do mosquito e orientar ações direcionadas, como visitas domiciliares, eliminação de criadouros e campanhas educativas. A SES já planeja um novo ciclo do levantamento para as últimas semanas de maio, visando atualizar os índices e ajustar as estratégias de combate.

A secretária de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, destacou a necessidade de mobilização imediata nos municípios classificados em médio e alto risco. Ela enfatizou que o combate ao mosquito deve ser rápido, coordenado e contínuo, contando com o suporte do estado e o engajamento ativo da população.

Márcio Luiz de Oliveira, gerente estadual de Combate às Arboviroses, reforçou que os dados do LIRAa permitem uma atuação mais precisa do poder público, priorizando áreas críticas e intensificando o apoio técnico. Ele alertou que o período atual favorece a proliferação do mosquito e que a colaboração da comunidade é indispensável para eliminar criadouros e evitar o aumento de casos.

A SES reforça que o controle do Aedes aegypti depende da participação coletiva. Medidas simples, como esvaziar recipientes com água parada e manter quintais limpos, são essenciais para conter a disseminação do mosquito e proteger a saúde pública em Mato Grosso do Sul.

O próximo ciclo do LIRAa será decisivo para atualizar o cenário epidemiológico e orientar as ações de prevenção e controle para os meses seguintes, garantindo um monitoramento constante e eficaz contra as arboviroses no estado.

Resumo da Notícia

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS) divulgou o primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, realizado em janeiro. O relatório revela que várias cidades do estado estão em níveis de médio e alto risco para a infestação do mosquito transmissor de arboviroses como dengue, zika e chikungunya. Municípios como Rio Negro, Paranhos e Eldorado aparecem com índices elevados, exigindo medidas imediatas de controle. A pesquisa destaca ainda que, mesmo em cidades com índice zero, a vigilância precisa ser mantida rigorosamente para evitar subnotificações. O LIRAa é ferramenta fundamental para orientar estratégias de prevenção e combate, com um novo levantamento previsto para maio. A SES reforça que a cooperação da população é essencial para eliminar criadouros e prevenir surtos no estado.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.