FAPESP Renova Acordo de Cooperação com Baviera para Avançar em Pesquisas Conjuntas

A parceria busca fortalecer intercâmbios acadêmicos e impulsionar inovações em áreas como inteligência artificial e tecnologias limpas.

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FAPESP Renova Acordo de Cooperação com Baviera para Avançar em Pesquisas Conjuntas

A renovação do acordo entre a FAPESP e a Baviera representa uma oportunidade valiosa para o Estado de São Paulo. A colaboração acadêmica não apenas enriquece a pesquisa, mas também pode levar a inovações que atendem às demandas sociais e econômicas da região.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) assinou, no último dia 30 de setembro, uma carta de intenções com o Ministério de Ciência e Arte do Estado Livre da Baviera, na Alemanha. O objetivo do novo acordo é expandir a cooperação acadêmica, fortalecer a pesquisa conjunta e incentivar o intercâmbio entre pesquisadores de instituições paulistas e universidades bávaras.

O compromisso foi firmado durante uma missão internacional do Centro Universitário da Baviera para a América Latina (Baylat), que visa promover colaborações acadêmicas e científicas com universidades na América Latina. A parceria da FAPESP com a Alemanha é suportada por uma rede abrangente de universidades, instituições de pesquisa e agências de fomento, criando oportunidades para projetos colaborativos e intercâmbio de estudantes.

Durante o encontro, representantes de 11 universidades da Baviera compartilharam informações sobre áreas prioritárias e programas de cooperação em ciência, tecnologia e inovação com sete instituições paulistas presentes. Os alemães destacaram iniciativas desenvolvidas em colaboração com o setor privado, evidenciando a importância da sinergia entre academia e mercado.

Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP, ressaltou as semelhanças entre Baviera e São Paulo, como a presença de universidades renomadas e uma comunidade de pesquisa ativa. Ele enfatizou que a cooperação internacional é fundamental para enfrentar desafios complexos, que muitas vezes requerem conhecimento diversificado e compartilhamento de recursos.

Stephanie Jacobs, diretora-geral do StMWK, reforçou o histórico de parcerias e a necessidade de desenvolver novas iniciativas, especialmente em áreas como inteligência artificial, tecnologias quânticas e ciências da vida. O gerente de Projetos de Assuntos Europeus, Latino-Americanos e Internacionais do StMWK, Christopher Wild, também destacou as agendas do governo alemão voltadas para o desenvolvimento científico e tecnológico.

Ricardo Trindade, coordenador-geral dos Programas Estratégicos da FAPESP, explicou os mecanismos de investimento da Fundação e ressaltou que a colaboração com a Alemanha se alinha aos eixos estratégicos de pesquisa para o triênio 2026-2028. Zago propôs que a continuidade do acordo inclua a criação de novas chamadas bilaterais e projetos conjuntos, sugerindo a possibilidade de estabelecer um centro de pesquisa internacional em São Paulo.

O encontro, coordenado por Raul Machado, gerente da Assessoria de Relações Institucionais da FAPESP, destacou o empenho em fortalecer as relações acadêmicas entre São Paulo e a Alemanha. Eduardo Zancul, coordenador-geral de Parcerias para Tecnologias e Inovação da FAPESP, concluiu que a troca de informações e a aproximação entre as instituições são essenciais para fomentar novas colaborações. Nos últimos 15 anos, a cooperação científica entre as duas regiões resultou em mais de 533 artigos científicos produzidos em coautoria, evidenciando o impacto positivo dessa parceria.

Resumo da notícia
No dia 30 de setembro, a FAPESP firmou um novo compromisso com o Ministério de Ciência e Arte da Baviera, visando ampliar a colaboração acadêmica entre instituições de São Paulo e da Alemanha. O acordo, que reforça a pesquisa conjunta e o intercâmbio de pesquisadores, é parte de uma missão internacional promovida pelo Centro Universitário da Baviera para a América Latina. As partes destacaram a importância de unir esforços em áreas estratégicas, como inteligência artificial e ciências da vida, para promover avanços significativos na pesquisa científica e inovação.
Resumo editorial produzido com apoio de inteligência artificial.
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