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Crédito da imagem: © Unicamp/Divulgação

Unicamp investiga furto de material biológico no Instituto de Biologia

Professora da Unicamp é presa em flagrante suspeita de roubo de material genético para pesquisas

Impactos do furto na Unicamp

O furto de material biológico em uma instituição acadêmica pode comprometer pesquisas científicas e a segurança ambiental, especialmente envolvendo organismos geneticamente modificados. A investigação contribui para reforçar protocolos de proteção e controle, garantindo a integridade das atividades acadêmicas e a confiança da sociedade nas instituições de ensino e pesquisa.
São Paulo (SP), 25/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Fachada do Instituto de Biologia da Unicamp. Foto: Unicamp/Divulgação
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A Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) instaurou uma sindicância interna para apurar o furto de material de pesquisa que aconteceu no Instituto de Biologia da instituição.

O crime foi cometido no último fim de semana. Na segunda-feira (23), a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante a professora Soledad Palameta Miller, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp.

A docente foi liberada na terça-feira (24). Segundo as autoridades, ela é suspeita de furtar o material do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia.

A PF cumpriu mandado de busca a apreensão e localizou o material com a professora.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu apoio técnico às autoridades policiais.

A docente pode responder por furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado.

A Agência Brasil tenta conseguir contato com a defesa da professora.

Resumo da Notícia

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciou uma investigação interna após o furto de material biológico no Instituto de Biologia. A Polícia Federal prendeu em flagrante a professora Soledad Palameta Miller, ligada à Faculdade de Engenharia de Alimentos, suspeita de envolvimento no crime. A ação contou com apoio técnico da Anvisa e resultou na apreensão do material roubado. A professora foi liberada, mas poderá responder por furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismos geneticamente modificados. A universidade segue apurando os fatos para esclarecer o ocorrido.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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