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Crédito da imagem: © Sérgio Amaral/STJ

STJ estende prazo para apurar denúncia contra ministro Marco Buzzi

Sindicância interna foi prorrogada para aprofundar investigação sobre acusação de importunação sexual

Impactos da investigação no STJ

O adiamento da conclusão da sindicância demonstra a complexidade e a seriedade das apurações envolvendo autoridades públicas. O desfecho pode influenciar a confiança da população nas instituições judiciais, além de afetar a reputação e o funcionamento do tribunal. A transparência e a rigorosidade no processo são fundamentais para garantir a integridade do sistema e a proteção dos direitos das partes envolvidas.
Ministro do STJ Marco Buzzi
© Sérgio Amaral/STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou para o dia 14 de abril o prazo para a conclusão da sindicância interna que apura denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A investigação busca esclarecer fatos que teriam ocorrido em janeiro deste ano, em Balneário Camboriú (SC).

A apuração administrativa foi aberta em 4 de fevereiro e o relatório final deveria ser apresentado na próxima terça-feira (10). No entanto, a comissão responsável pelo caso solicitou a prorrogação do prazo para dar continuidade aos trabalhos. O ministro foi afastado cautelarmente do tribunal.

Acusação

De acordo com a denúncia, formalizada por meio de boletim de ocorrência, Buzzi teria tentado agarrar uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos, durante um banho de mar enquanto passavam férias no litoral catarinense.

Além da sindicância interna no STJ, o caso tramita no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que apura possíveis infrações disciplinares e consequências administrativas e no Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa a vertente criminal do caso, sob relatoria do ministro Nunes Marques. Por integrar um tribunal superior, Buzzi tem foro por prerrogativa de função perante o Supremo.

Defesa

Em nota divulgada após o início das investigações, o ministro Marco Aurélio Buzzi negou as acusações. Segundo o magistrado, as informações divulgadas "não correspondem aos fatos". Buzzi afirmou ainda que foi surpreendido pela denúncia e repudiou "toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio".

Resumo da Notícia

O Superior Tribunal de Justiça adiou até 14 de abril o prazo para concluir a sindicância que apura uma denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A investigação envolve um episódio ocorrido em janeiro em Balneário Camboriú, onde o ministro é acusado de tentar agarrar uma jovem durante um banho de mar. Buzzi foi afastado cautelarmente do tribunal. Além da apuração interna no STJ, o caso está sob análise do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, que cuida da investigação criminal. O ministro nega as acusações, afirmando que as informações divulgadas não correspondem à realidade e repudia qualquer sugestão de conduta imprópria.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.