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Campo Grande Intensifica Combate ao Aedes aegypti com Mutirões e Ações Preventivas

Apesar da queda em notificações de dengue, a Sesau alerta para a necessidade de vigilância contínua e mobilização comunitária.

Campo Grande Intensifica Combate ao Aedes aegypti com Mutirões e Ações Preventivas

A mobilização da comunidade é essencial para combater o Aedes aegypti, especialmente com a chegada das chuvas. A participação ativa dos moradores pode prevenir surtos de doenças como dengue, zika e chikungunya.

O combate ao mosquito Aedes aegypti em Campo Grande ganha força com a aproximação do período de chuvas. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) está organizando uma série de ações preventivas, mesmo diante da redução nas notificações de dengue. As estratégias incluem mutirões de limpeza, mobilização da população e atividades educativas, uma necessidade premente para evitar a proliferação do vetor.

Durante a 5ª Reunião Ordinária do Comitê Municipal de Enfrentamento às Arboviroses, realizada no auditório do Conselho Regional de Farmácia (CRF/MS), foram discutidas as ações a serem implementadas. O encontro contou com a participação de representantes de órgãos governamentais, da saúde e da sociedade civil, com o objetivo de avaliar os dados epidemiológicos e traçar prioridades para as iniciativas de prevenção. Um dos focos é identificar áreas específicas que necessitam de mutirões e aumentar a colaboração entre diferentes setores, como secretarias municipais, Exército, associações de moradores e empresas privadas.

Os números apontam uma diminuição nas notificações de dengue em comparação ao ano passado. Segundo o Informe da Sala de Situação das Arboviroses, Campo Grande registrou 1.614 notificações de dengue em 2026, uma redução significativa em relação às 4.603 notificações do mesmo período em 2025. Além disso, foram confirmados 43 casos de chikungunya e um de zika, sem óbitos relacionados a arboviroses este ano. A superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo, enfatizou que, apesar da diminuição nos registros, a vigilância deve ser mantida. "A cidade está em uma fase de controle, mas não é hora de relaxar", afirmou.

Veruska Lahdo também destacou que a análise dos índices do Aedes aegypti revelou áreas com risco elevado, como os bairros Centro, Chácara dos Poderes, Santo Amaro, Carvalho, Noroeste, Nova Lima, Carlota e Santo Antônio. Durante a reunião, foram apresentadas as ações de campo, a campanha educativa "Juntos contra as Arboviroses" e a disponibilidade de insumos para o controle do mosquito.

A importância da participação da população no combate ao Aedes aegypti foi evidenciada pelos dados recentes. Na última semana avaliada, as equipes de controle de vetores visitaram 20.364 imóveis, encontrando focos do mosquito em 684 residências. Esse resultado reforça a necessidade de inspeções regulares e eliminação de recipientes que acumulam água, já que cerca de 80% dos focos estão dentro dos domicílios.

Com o início do período chuvoso, a Sesau orienta os moradores a não aguardarem o surgimento de casos de doenças para agir. É fundamental que quintais, calhas, caixas-d’água, vasos de plantas e ralos sejam verificados frequentemente, eliminando qualquer água parada. Medidas simples, como essas, podem contribuir significativamente para interromper o ciclo de reprodução do mosquito e reduzir o risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya.

Resumo da Notícia

Com o aumento das chuvas se aproximando, a Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande redobra esforços para combater o mosquito Aedes aegypti. Apesar da queda nas notificações de dengue, a vigilância permanece fundamental. A 5ª Reunião Ordinária do Comitê Municipal de Enfrentamento às Arboviroses abordou estratégias de mutirões, mobilização social e ações educativas, visando a prevenção e controle do vetor.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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