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Campo Grande apresenta 3ª menor taxa de desocupação do Brasil em 2026

Cidade reduz desemprego e registra crescimento no emprego formal, impulsionado pelos setores de serviços e construção.

Campo Grande apresenta 3ª menor taxa de desocupação do Brasil em 2026

A queda no desemprego e o crescimento do emprego formal em Campo Grande são indicadores importantes para a economia local, refletindo um ambiente propício para negócios e investimentos. Essa situação não apenas melhora a qualidade de vida da população, mas também atrai novos empreendimentos para a região.

Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, encerrou o segundo trimestre de 2026 com resultados positivos no mercado de trabalho, alcançando a terceira menor taxa de desocupação entre as capitais brasileiras. Com uma redução significativa no número de desempregados, que caiu de cerca de 22 mil para 16 mil pessoas, a cidade viu a taxa de desocupação recuar de 4,3% para 3,1%. Essa diminuição de 27,3% no desemprego também foi acompanhada pela redução na subutilização da força de trabalho, que passou de 8,2% para 5,1% no mesmo período, representando uma queda em números absolutos de 43 mil para 26 mil pessoas.

Esses números colocam Campo Grande atrás apenas de Cuiabá e Palmas em termos de taxa de desocupação. Para a prefeita Adriane Lopes, esses indicadores refletem um ambiente econômico favorável, que está gerando mais oportunidades para os cidadãos. "Estamos vivendo um momento importante de fortalecimento da nossa economia. A redução do desemprego e o aumento do emprego formal mostram que nossa Capital está criando mais oportunidades para as famílias", afirmou.

No que diz respeito ao emprego formal, os dados do Novo Caged também revelam um saldo positivo para o município. Entre janeiro e agosto de 2026, Campo Grande registrou a criação de 3.772 novos postos de trabalho com carteira assinada. Durante esse período, foram contabilizadas 101.430 admissões e 97.658 desligamentos. Os setores de serviços e construção civil foram os principais responsáveis por esse crescimento, com 2.617 e 1.357 novas vagas, respectivamente. A agropecuária e a indústria também apresentaram resultados positivos, embora o comércio tenha registrado uma perda de 634 postos.

O estoque total de empregos formais na capital chegou a 236.926 vínculos ativos em agosto, o que representa um aumento de 23,36% em comparação a dezembro de 2019, antes da pandemia. O crescimento contínuo da economia local é destacado pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana, Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, Ademar Silva Junior. Ele enfatizou a importância da geração de empregos e do fortalecimento da atividade econômica, considerando que os dados demonstram uma economia municipal dinâmica.

A construção civil e o setor de serviços continuam a liderar a criação de empregos formais em Campo Grande ao longo de 2026. Enquanto os serviços mantêm-se como o principal empregador, com 125.936 vínculos ativos, o comércio aparece em segundo lugar, com 59.816 postos. Essa dinâmica revela uma redução na parcela da população fora do mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que amplia os vínculos formais, refletindo um crescimento robusto de setores que são fundamentais para a economia da capital.

Com esses resultados, a expectativa é de que Campo Grande continue a atrair novos investimentos e a criar condições para o crescimento sustentável da população, consolidando seu papel como um polo econômico no Centro-Oeste brasileiro.

Resumo da Notícia

Campo Grande se destaca no cenário nacional ao alcançar a terceira menor taxa de desocupação entre as capitais, com uma queda de 27,3% no número de desempregados em um ano. Com 16 mil pessoas sem trabalho, a cidade avança na criação de empregos formais, especialmente nos setores de serviços e construção civil. A prefeita Adriane Lopes destaca a importância desse crescimento para a população e o ambiente econômico local.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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