Banco do Brasil compensa emissões da COP15 com créditos de carbono

BB neutraliza gases do evento em Campo Grande com projetos de energia renovável e reforça compromisso ambiental.

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Banco do Brasil compensa emissões da COP15 com créditos de carbono
Crédito da imagem: © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Compensação das emissões da COP15

A compensação das emissões geradas pela COP15 demonstra a viabilidade prática do uso de créditos de carbono para reduzir impactos ambientais de grandes eventos. Essa iniciativa contribui para a mitigação das mudanças climáticas, reforça a responsabilidade socioambiental em atividades públicas e estimula a adoção de práticas sustentáveis em eventos que envolvem discussões sobre conservação e biodiversidade.
Campo Grande/ MS - 28.03.2026 - Inauguração do Bosque da COP15, onde foram plantadas 250 mudas. Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Banco do Brasil (BB) neutralizará as emissões de gases de efeito estufa geradas pela 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15). O encontro terminou nesse domingo (29), em Campo Grande. A iniciativa reforça o papel da instituição na agenda climática e na preservação ambiental.

Organizado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o evento reuniu cerca de 2 mil participantes de diferentes países, incluindo representantes de governos, cientistas e organizações da sociedade civil. O objetivo foi discutir ações globais para proteger espécies migratórias e seus habitats.

A estimativa é que a conferência gere entre 2,5 mil e 3 mil toneladas de emissões de carbono. O cálculo considera fatores como transporte dos participantes, consumo de energia e estrutura do evento.

Para compensar esse impacto ambiental, o banco utilizará créditos de carbono provenientes de projetos de energia renovável, garantindo que o volume total de emissões seja neutralizado.

A neutralização de carbono é um processo que busca equilibrar as emissões de gases poluentes com ações que removem ou evitam a liberação desses gases na atmosfera.

Na prática, isso significa que, para cada tonelada de carbono emitida, é investido em projetos que reduzem a mesma quantidade, como energia solar, reflorestamento ou captura de gases.

Como funciona

No caso da COP15, a compensação será feita por meio de créditos certificados dentro do sistema da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

Esses créditos vêm de projetos de energia solar financiados ou apoiados pelo Banco do Brasil, que evitam a emissão de gases de efeito estufa ao substituir fontes poluentes.

Espécies migratórias

As espécies migratórias, como aves, peixes e mamíferos, dependem de rotas naturais que podem ser afetadas pelas mudanças climáticas. Alterações no clima impactam diretamente esses trajetos e a sobrevivência dos animais.

Por isso, informou o BB, reduzir e compensar emissões em eventos internacionais é visto como uma forma de alinhar discurso e prática na luta contra o aquecimento global.

Números

O Banco do Brasil informou que seus projetos ambientais já evitam a emissão de cerca de 3,6 milhões de toneladas de gases de efeito estufa por ano.

Além disso, a instituição apoia a preservação e recuperação de aproximadamente 1,4 milhão de hectares de áreas naturais, com meta de alcançar 2 milhões até 2030.

As iniciativas incluem ações como reflorestamento, agricultura de baixo carbono e geração de energia renovável, consideradas fundamentais para conter o avanço das mudanças climáticas.

Resumo da notícia
O Banco do Brasil assumiu a responsabilidade de compensar as emissões de gases de efeito estufa geradas pela 15ª Conferência das Partes sobre Espécies Migratórias (COP15), realizada em Campo Grande. Estima-se que o evento tenha produzido entre 2,5 mil e 3 mil toneladas de carbono, considerando transporte, energia e infraestrutura. Para neutralizar esse impacto, o BB utilizará créditos de carbono certificados, provenientes de projetos de energia solar apoiados pelo banco. Essa ação reforça o compromisso da instituição com a agenda climática e a preservação ambiental. Além disso, o Banco do Brasil desenvolve iniciativas que evitam anualmente a emissão de 3,6 milhões de toneladas de gases poluentes e apoia a recuperação de vastas áreas naturais, com metas ambiciosas para 2030. A neutralização das emissões da COP15 também destaca a importância de integrar práticas sustentáveis em eventos internacionais, especialmente em discussões sobre espécies migratórias afetadas pelas mudanças climáticas.
Resumo editorial produzido com apoio de inteligência artificial.