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Banco Central ordena liquidação do Banco Pleno por irregularidades

BC decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno devido a problemas financeiros e descumprimento de normas

Impactos da Liquidação do Banco Pleno

A liquidação extrajudicial do Banco Pleno visa proteger os clientes e o sistema financeiro, evitando maiores prejuízos decorrentes da instabilidade e irregularidades detectadas. Essa ação reforça a fiscalização e a aplicação de medidas rigorosas para preservar a confiança no mercado financeiro, além de buscar responsabilizar os envolvidos em fraudes que podem afetar diretamente a economia e a segurança dos recursos dos investidores e correntistas.
São Paulo (SP), 22/12/2025 - Retrospectiva 2025 - Foto feita em 19/11/2025 - Fachada do Banco Master na rua Elvira Ferraz em Itaim Bibi. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno. Anunciada nesta quarta-feira (18), em Brasília, a medida inclui nesse regime especial a Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliários – integrante do conglomerado prudencial Pleno.

Segundo a autoridade monetária, trata-se de conglomerado de porte pequeno, enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Pleno. Este conglomerado detém, de acordo com o BC, 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional.

Banco Master

Anteriormente conhecido como Banco Voiter, o Banco Pleno integrava, até meados de 2025, o conglomerado financeiro do Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero.

A operação investiga a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal. Segundo as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

Pleno

O Banco Pleno é comandado por Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e ex-sócio do Banco Master.

“A liquidação extrajudicial [do Banco Pleno e de sua distribuidora] foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil”, justificou, em nota, o BC.

Outras medidas podem ser tomadas pela autoridade monetária para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. Caso as suspeitas de irregularidades se confirmem, serão adotadas medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes.

Entre as medidas previstas está a indisponibilidade dos bens de controladores e administradores do conglomerado prudencial Pleno.

Resumo da Notícia

O Banco Central determinou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e sua distribuidora, citando a deterioração da liquidez e o descumprimento das normas regulatórias como motivos principais. O Banco Pleno, anteriormente vinculado ao Banco Master, está sob comando de Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master. Investigações apontam fraudes financeiras que chegam a bilhões de reais, ligadas ao ex-conglomerado. A medida inclui possíveis sanções administrativas e bloqueio de bens dos responsáveis, enquanto as autoridades continuam apurando os fatos para garantir a integridade do sistema financeiro nacional.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.