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Azul firma investimento de US$ 200 mi com American e United Airlines

Aérea brasileira garante aporte para sua reestruturação financeira nos EUA e saída do Chapter 11

Investimentos fortalecem Azul

Os aportes financeiros recebidos pela Azul são fundamentais para garantir a continuidade das operações durante a reestruturação judicial, protegendo empregos e serviços essenciais. A redução significativa da dívida e a renegociação de contratos contribuem para a estabilidade econômica da empresa, o que pode refletir em maior segurança para consumidores e no fortalecimento do setor aéreo nacional.
Avião da Azul decola do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro
17/01/2025
REUTERS/Ricardo Moraes
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A empresa Azul Linhas Aéreas anunciou que fechou acordos de investimentos com as companhias aéreas estadunidenses American Airlines e United Airlines. Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (18), as duas companhias se comprometeram a fazer investimentos de US$ 100 milhões cada uma.

O aporte irá apoiar a capitalização da Azul na saída do processo de recuperação judicial da Azul nos Estados Unidos, chamado Chapter 11.

O acordo permite que, supervisionada por um tribunal norte-americano, a empresa inicie uma reestruturação financeira enquanto mantêm suas atividades.

“Nos termos dos respectivos EIAs (do inglês aditamentos aos acordos de investimento) e de seus respectivos termos e condições, a American e a United se comprometeram individualmente a realizar investimentos em equity que apoiarão a capitalização da Azul na saída do Chapter 11 e estão integrados ao plano de reorganização da companhia aprovado pela United States Bankruptcy Court for the Southern District of New York”, diz o comunicado da empresa.

De acordo com o comunicado, o aporte feito pela United vai ser realizado no contexto da oferta pública de ações, que foi divulgada ao mercado em 3 de fevereiro deste ano e que terá liquidação prevista para 20 de janeiro de 2026.

Já sobre o investimento feito pela American Airlines, a expectativa é que ele seja realizado mediante a emissão de bônus de subscrição, “nos termos e condições previstos em um contrato de subscrição de warrants”. Os warrants são títulos de garantia que permitem ao detentor comprar ou vender um ativo.

Além disso, a companhia aérea informou ter celebrado um Acordo de Investimento Adicional com “determinados credores existentes”, assegurando mais US$ 100 milhões dentro da mesma oferta pública.

Processo de reestruturação

A Azul entrou com o pedido de recuperação judicial em 28 de maio de 2026 e o plano foi aprovado em dezembro por um tribunal dos Estados Unidos.

Segundo a companhia, o Chapter 11, como é chamado esse processo de reorganização financeira supervisionado pela Corte nos Estados Unidos, permite a reestruturação do passivo da empresa, mas mantendo a operação em curso.

“A Azul utilizará essa estrutura jurídica consolidada para eliminar mais de US$ 2 bilhões de dívidas financeiras, readequar contratos de leasing e otimizar sua frota, com o objetivo de emergir com maior flexibilidade e sustentabilidade operacional e financeira”, disse a empresa, na época.

Resumo da Notícia

A Azul Linhas Aéreas anunciou acordos de investimento de US$ 100 milhões com cada uma das companhias americanas American Airlines e United Airlines. Os recursos visam fortalecer a capitalização da Azul durante seu processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, conhecido como Chapter 11, que permite a continuidade das operações enquanto a empresa reorganiza suas finanças. Além desses aportes, a Azul também fechou um acordo adicional com credores para captar mais US$ 100 milhões. O plano judicial aprovado pela corte norte-americana possibilita a redução de mais de US$ 2 bilhões em dívidas, renegociação de contratos de leasing e otimização da frota, buscando maior sustentabilidade operacional e financeira para a companhia aérea brasileira.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.