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Avaliação de Produção Escrita Direciona Ações na Rede Municipal de Ensino

Encontro da Semed analisa resultados das avaliações e orienta intervenções pedagógicas para o 1º e 2º anos.

Avaliação de Produção Escrita Direciona Ações na Rede Municipal de Ensino

A análise das avaliações escritas é crucial para melhorar a aprendizagem dos alunos. A troca de experiências entre escolas pode intensificar as estratégias de ensino, refletindo diretamente no desempenho dos estudantes.

Na última segunda-feira (21), a Secretaria Municipal de Educação (Semed) promoveu um encontro com gestores e coordenadores da Rede Municipal de Ensino (Reme) para discutir os resultados das avaliações diagnósticas de produção escrita dos alunos do 1º e 2º anos. O evento, realizado no Centro de Formação (Cefor), teve como objetivo orientar intervenções pedagógicas nos últimos meses do ano letivo.

As unidades escolares receberam gráficos que mostram dados gerais e específicos por turma, além de relatórios individuais para cada estudante. O acompanhamento será feito em três ciclos ao longo de 2026, permitindo um mapeamento da progressão da aprendizagem. Dados recentes revelaram que o percentual de alunos do 1º ano em nível pré-silábico caiu de 40% para 26%, enquanto os estudantes no nível alfabético aumentaram de 8% para 30%.

Entretanto, a equipe técnica da Semed alertou que algumas habilidades avaliadas mudaram entre as medições, o que dificulta comparações diretas em todos os critérios. Danielle Roland Amaral Munhoz, da Divisão dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (DIAI), enfatizou a importância dos dados. "Essas informações são um ponto de partida, não a chegada. Precisamos identificar quais turmas têm alunos com menos fluência em leitura e como podemos melhorar esse quadro", afirmou.

No 2º ano, a avaliação focou na produção de frases e textos narrativos. Felipe Vieira Gimenez, técnico da Semed, ressaltou que os critérios ajudam a identificar o conhecimento que as crianças já dominam, permitindo intervenções adequadas para estimular seu desenvolvimento. Ana Ribas, chefe da DIAI, chamou atenção para a responsabilidade coletiva no processo educativo, afirmando que todos, incluindo a Secretaria, devem contribuir para a alfabetização dos alunos.

O encontro também proporcionou um espaço para que escolas com práticas bem-sucedidas compartilhassem suas experiências. A professora Banilda Fátima Gomes Silva, da escola Professor Licurgo de Oliveira Bastos, apresentou dinâmicas que combinam leitura, escrita, jogos e um acompanhamento individualizado. "Eu dou atividades para a sala e vou chamando os alunos na mesa", explicou.

Na escola José Mauro Messias, a equipe demonstrou como o uso de registros de leitura e a análise dos cadernos auxiliam na identificação de estudantes que precisam de mais atenção, orientando o trabalho pedagógico. O debate sobre os boletins e as avaliações continuará na quinta-feira (24), no Cefor, envolvendo novas escolas da Reme.

Resumo da Notícia

Gestores e coordenadores da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande se reuniram para discutir os resultados das avaliações diagnósticas de escrita dos alunos do 1º e 2º anos. A análise busca traçar estratégias de intervenção pedagógica para melhorar o desempenho dos estudantes. Com dados mostrando avanços significativos, a equipe técnica destacou a importância de um esforço conjunto entre professores e a Secretaria de Educação.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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