Ciência e Tecnologia Brasil

Artista brasileiro destaca-se no Festival Internacional de Nanoarte no Japão

Enio Longo apresenta cinco obras no evento que reúne cientistas e artistas globais em Shizuoka.

Brasil destaca-se na nanoarte

A presença brasileira em um evento internacional de nanoarte evidencia o avanço do país na integração entre ciência e arte, promovendo inovação tecnológica e cultural. Essa visibilidade pode estimular investimentos em pesquisa, fortalecer a formação acadêmica e ampliar o interesse público por áreas emergentes que combinam criatividade e desenvolvimento científico.



Reconhecido como um dos pioneiros da nanoarte no Brasil, Longo integra o núcleo de criatividade do Projeto Nanoarte de CEPID da FAPESP (imagem: 'Torre de Babel'/Enio Longo)





Nanoarte


Artista do CDMF representa o Brasil no Festival Internacional de Nanoarte no Japão




16 de janeiro de 2026





Cinco obras de Enio Longo foram selecionadas para a mostra japonesa: “Vibrações”, “Dança das Cores”, “Universo em Harmonia”, “Torre de Babel” e “Labirinto”



Agência FAPESP * – O artista e pesquisador Enio Longo, do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), representou o Brasil no Festival Internacional de Nanoarte 2025, que foi realizado no Japão entre 16 e 23 de novembro. O evento é promovido pela NanoArt 21 e pela Academia de Nanoarte, sob curadoria do cientista e artista Cris Orfescu, com sede na Universidade de Shizuoka (Japão).



O CDMF é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).



A edição japonesa do festival aconteceu paralelamente à 17ª Conferência Internacional de Física de Materiais Avançados, organizada pela Universidade Alexandru Ioan Cuza de Iasi (Romênia), em parceria com diversas instituições acadêmicas internacionais.



Reconhecido como um dos pioneiros da nanoarte no Brasil, Longo integra o núcleo de criatividade do Projeto Nanoarte do CDMF. Cinco obras do artista foram selecionadas para a mostra no Japão: “Vibrações”, “Dança das Cores”, “Universo em Harmonia”, “Torre de Babel” e “Labirinto”, que homenageia mestres do cinema como Luis Buñuel, Michelangelo Antonioni, Sergio Leone, Akira Kurosawa, Paolo Pasolini e Federico Fellini.





'Universo em Harmonia' (nanoarte: Enio Longo)



Longo dividiu espaço com artistas e cientistas de diversos países, como Andrey Maximov, Nargi Azgarova, Takuya Suzuki, Bjoern Daempfling, Dorothea Fleiss, Bob Bingham, Fran Flaherty, Jan Kirstein, Constantin Severin, Anna Ursyn, Matjuska Krašek, Jack So, Ao Lei, Jean Constant, Yuki Kodaira, Naoko Sakaguchi, Han Halewijn, Ishraki Kazi, David Hylton, Saya Nakashima, David Derr, Andrey Kuzmin, Suchea-Brincoveanu, Sara Bensaltana e Cris Orfescu.



* Com informações da Assessoria de Imprensa do CDMF.

Resumo da Notícia

Enio Longo, renomado artista e pesquisador do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) da Universidade Federal de São Carlos, representou o Brasil no Festival Internacional de Nanoarte realizado no Japão em 2025. Reconhecido como pioneiro na nanoarte brasileira, Longo teve cinco de suas criações escolhidas para a exposição: “Vibrações”, “Dança das Cores”, “Universo em Harmonia”, “Torre de Babel” e “Labirinto”, esta última uma homenagem a icônicos cineastas. O evento, promovido pela NanoArt 21 e pela Academia de Nanoarte, aconteceu simultaneamente à Conferência Internacional de Física de Materiais Avançados. A participação de Longo reforça o protagonismo brasileiro na interseção entre arte e ciência, destacando a inovação e criatividade do país neste campo emergente.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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