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Crédito da imagem: © Fernando Frazão/Agência Brasil

Último suspeito do estupro coletivo em Copacabana se entrega à polícia

Homem acusado de participar do crime contra adolescente de 17 anos em Copacabana foi preso após se apresentar à polícia

Impactos da Prisão dos Suspeitos

A captura dos envolvidos reforça o compromisso das autoridades em combater crimes sexuais, oferecendo maior segurança à população. O caso destaca a necessidade de conscientização sobre consentimento e respeito nas relações, especialmente entre jovens, além de evidenciar desafios no acompanhamento de medidas legais para menores envolvidos. A investigação contínua visa prevenir novos incidentes e fortalecer políticas de proteção às vítimas.
Rio de Janeiro (RJ), 03/03/2026 – A 12ª Delegacia Policial investiga casos de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
© Fernando Frazão/Agência Brasil

O último homem foragido da Justiça no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, se entregou à Polícia Civil no início da tarde desta quarta-feira (4). O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, e os suspeitos foram indiciados pela polícia na semana passada.

Bruno Felipe dos Santos Allegretti se apresentou à 54ª Delegacia de Polícia, em Belford Roxo, onde foi preso. Ele será enviado a um presídio.

Quatro homens, com 18 e 19 anos, e um adolescente, de 17 anos, participaram do crime, segundo a 12ª Delegacia de Polícia, de Copacabana, que conduziu as investigações.

Vitor Hugo Oliveira Simonin já tinha se entregado na manhã desta quarta-feira, assim como Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, que procuraram a polícia na terça-feira (3).

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Os quatro presos respondem por estupro, com agravante de a vítima ser adolescente, e também por cárcere privado. 

O adolescente que também foi indiciado pelo crime é apontado pelas investigações como responsável por atrair a vítima para a emboscada no apartamento. Não houve prisão decretada no caso dele, que não é considerado foragido. Ele é investigado por ato infracional análogo aos crimes apurados.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro não pediu a internação do jovem em unidade socioeducativa, conforme solicitado pela polícia. Em nota, a promotoria disse que eventuais medidas cautelares podem ser requeridas no decorrer da investigação.

Entenda o caso

Em janeiro, a vítima, uma aluna do Colégio Federal Pedro II, foi convidada por um colega da escola com quem já teve um relacionamento a ir à casa de um amigo dele, em um apartamento em Copacabana, na zona sul da cidade.

Ao chegar, o adolescente insinuou que eles fariam "algo diferente". Como a jovem recusou, ela foi trancada em um quarto, onde denuncia que sofreu a violência por parte dos cinco indiciados.

Em entrevista à imprensa na terça-feira, o delegado responsável pelo inquérito, Ângelo Lages, informou que investiga mais dois casos semelhantes com a participação dos envolvidos nesse estupro coletivo. Lages ressaltou a importância de os jovens, ao se relacionarem, respeitarem limites.

"O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima do primeiro caso deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém (além do adolescente) em vários momentos", destacou.

A Agência Brasil tenta contato com os advogados dos envolvidos. A defesa de João Gabriel Xavier Bertho nega que ele tenha participado do estupro. O espaço permanece aberto para incluir as demais versões.

Resumo da Notícia

O último dos cinco suspeitos envolvidos no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, Rio de Janeiro, se entregou à polícia nesta quarta-feira (4). Bruno Felipe dos Santos Allegretti compareceu à 54ª Delegacia de Polícia em Belford Roxo e foi preso, completando a captura dos envolvidos no crime ocorrido em janeiro. Os quatro homens, entre 18 e 19 anos, e um adolescente de 17 anos foram indiciados por estupro e cárcere privado. O jovem menor de idade teria atraído a vítima para a emboscada, mas não teve prisão decretada. A promotoria do Rio não solicitou a internação do adolescente, mas pode pedir medidas cautelares durante as investigações. O delegado responsável reforçou a importância do respeito aos limites em relações entre jovens, destacando que “não é não”. O caso ainda está sob apuração, com outros dois incidentes semelhantes sendo investigados.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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