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UFRGS implementa manual para comunicação antirracista na universidade

Instituição adota diretrizes para combater estereótipos e fortalecer a voz da população negra em seus meios digitais.

Comunicação antirracista na UFRGS

A adoção de um manual antirracista na comunicação digital da universidade contribui para a promoção da diversidade e a redução de preconceitos em espaços acadêmicos. Essa iniciativa pode influenciar positivamente a cultura institucional, ampliando a visibilidade e a participação de grupos historicamente sub-representados, além de incentivar práticas mais inclusivas em outras organizações.

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) anunciou a ampliação da política interna de equidade racial. A instituição seguirá as diretrizes de comunicação presentes no Manual de Boas Práticas Antirracistas na Comunicação Digital, elaborado pela Rede Jornalistas Pretos em conjunto com o Instituto Peregum.

O documento reúne orientações para combater estereótipos, desinformação e discursos discriminatórios no ambiente digital. Segundo a UFRGS, a iniciativa busca ampliar a presença, o protagonismo e a voz da população negra nos meios de comunicação da universidade.

O processo envolveu jornalistas e estudantes de Jornalismo negros do Rio Grande do Sul e contou com apoio do Sindicato de Jornalistas Profissionais do estado (SindJoRS), da Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI) e do curso de Jornalismo da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico/UFRGS).

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Entre os princípios adotados pela universidade estão:

  • a seleção de bancos de imagens que não reforcem visões eurocentradas;
  • a consulta a coletivos e especialistas para qualificar abordagens;
  • a garantia de protagonismo às pessoas negras;
  • o respeito à autoidentificação racial, de gênero e etnia.

>> Confira o manual completo de boas práticas antirracistas

As diretrizes também orientam a evitar estereótipos, sobretudo em coberturas policiais, o uso responsável e contextualizado de imagens sensíveis, a análise crítica do que é visibilizado ou invisibilizado nas fotografias, e a promoção de diversidade real nas representações.

Outro ponto central é a ampliação do banco de fontes sugeridas para entrevistas, com a inclusão de especialistas negros, indígenas e de outros grupos minorizados. O objetivo é evitar a repetição sistemática de referências exclusivamente brancas.

Resumo da Notícia

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) incorporou um manual com orientações específicas para promover uma comunicação antirracista em seus canais digitais. O documento, elaborado pela Rede Jornalistas Pretos e o Instituto Peregum, apresenta práticas para evitar estereótipos, combater discursos discriminatórios e ampliar a presença de pessoas negras nos meios de comunicação da universidade. A iniciativa contou com a participação de jornalistas e estudantes de Jornalismo negros, além do apoio de entidades regionais da categoria. Entre as diretrizes estão a escolha criteriosa de imagens, o respeito à autoidentificação racial e de gênero, e a inclusão de fontes diversificadas, buscando reduzir o predomínio de referências exclusivamente brancas. Essa ação reforça o compromisso da UFRGS com a equidade racial e a representatividade em suas atividades comunicacionais.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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