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Crédito da imagem: © Rafael Campos/ Gov. RJ

TSE retoma julgamento sobre possível cassação de governador do Rio

Processo que investiga abuso de poder na campanha de Claúdio Castro volta à pauta em março de 2024

Impacto da decisão no Rio

A decisão do TSE sobre o mandato do governador pode alterar o cenário político e administrativo do Rio de Janeiro, afetando a governabilidade e a continuidade de políticas públicas. Além disso, o julgamento reforça a importância do combate a práticas eleitorais ilegais, influenciando a confiança da população nas instituições e na transparência dos processos eleitorais.
Rio de Janeiro - 06/10/2023 - Entrevista coletiva do governador Cláudio Castro com o secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli para falar sobre as investigações das mortes dos três médicos em um quiosque
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 10 de março a retomada do julgamento do processo que pede a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro (foto), por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022.

Em novembro do ano passado, a ministra Maria Isabel Galotti, relatora do caso, votou pela cassação do governador, mas a análise do caso foi suspensa por um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, que será o próximo a votar.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) e a coligação do ex-deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) pretendem reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024, absolveu Castro e outros acusados no processo que trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)

O MPE afirmou que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários, sem amparo legal, e na descentralização de projetos sociais para enviar recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio

Segundo a acusação, a descentralização de recursos ocorreu para fomentar a contratação de 27.665 pessoas, totalizando gastos de R$ 248 milhões.

Defesa 

Antes da suspensão do julgamento, o advogado Fernando Neves, representante de Castro, disse que o governador apenas sancionou uma lei da Assembleia Legislativa e um decreto para regulamentar a atuação da Ceperj e não pode ser responsabilizado por eventuais irregularidades.

Resumo da Notícia

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) programou para 10 de março a reabertura do julgamento que pode resultar na perda do mandato do governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro. A ação aponta abuso de poder político e econômico durante sua campanha de reeleição em 2022. Após a relatora votar pela cassação, o processo foi suspenso por pedido de vista de ministro, que deve analisar o caso em breve. O Ministério Público Eleitoral e a coligação do ex-deputado Marcelo Freixo contestam decisão anterior do TRE-RJ que absolveu Castro, alegando que ele se beneficiou irregularmente de contratações temporárias e repasse de recursos para entidades externas à administração pública. A defesa do governador argumenta que ele apenas sancionou medidas legais e não deve ser responsabilizado por eventuais irregularidades na gestão.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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