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Trump alerta: 'Cuba é a próxima' em discurso sobre ações militares

Presidente dos EUA sugere possível intervenção em Cuba após destacar sucesso em Venezuela e Irã

Impacto da tensão EUA-Cuba

A intensificação das ações dos Estados Unidos em relação a Cuba pode agravar a crise econômica e social no país, afetando diretamente a população com cortes no fornecimento de energia e recursos essenciais. Para a região, isso pode significar maior instabilidade política e desafios humanitários, além de influenciar as relações comerciais e diplomáticas entre os países envolvidos.
U.S. President Donald Trump pumps his fist after disembarking Air Force One at Palm Beach International Airport in West Palm Beach, Florida, U.S., February 27, 2026. REUTERS/Elizabeth Frantz
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (28) que "Cuba é a próxima", durante um discurso em um fórum de investimentos em Miami, quando elogiou os sucessos da ação militar dos EUA na Venezuela e no Irã.

Embora o presidente não tenha especificado exatamente o que planeja fazer com a nação insular, ele tem dito com frequência que acredita que o governo de Havana, que enfrenta uma grave crise econômica, está à beira do colapso.

Seu governo iniciou negociações com lideranças de Cuba nas últimas semanas, enquanto o próprio Trump deu a entender que uma ação cinética poderia ser possível.

"Eu construí esse grande exército. Eu disse 'Você nunca terá que usá-lo.' Mas, às vezes, é preciso usá-lo. E, a propósito, Cuba é a próxima", disse Trump na conferência.

Embargo

Cuba sofre um forte embargo por parte do governo dos Estados Unidos. Trump impede que a Venezuela forneça petróleo para a ilha, causando assim uma forte crise energética na ilha. 

Nos últimos meses, o país sofreu uma série de apagões de energia elétrica, deixando mais de 10 milhões de pessoas sem luz. Além de hospitais, escolas e outros lugares.

* Com informações da Reuters

Resumo da Notícia

Durante um fórum de investimentos em Miami, o presidente Donald Trump afirmou que Cuba será o próximo foco de atuação dos Estados Unidos, após elogiar as operações militares recentes na Venezuela e no Irã. Embora não tenha detalhado os planos, Trump destacou a capacidade militar norte-americana e indicou que pode ser necessário utilizá-la em breve, citando a grave crise econômica e energética que aflige Cuba. O país enfrenta um embargo rigoroso dos EUA, que impacta diretamente no fornecimento de petróleo e tem causado apagões que afetam milhões de cubanos, incluindo serviços essenciais como hospitais e escolas. O governo americano também tem mantido negociações recentes com líderes cubanos, enquanto a tensão entre as duas nações aumenta.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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