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Crédito da imagem: © Fernando Frazão/Agência Brasil

SUS amplia teleatendimento para mulheres em situação de violência

Serviço de saúde mental por teleatendimento começa no Recife e Rio, com expansão nacional prevista para junho

Novo Serviço de Saúde Mental

A ampliação do atendimento remoto em saúde mental para mulheres em situação de vulnerabilidade representa um avanço na oferta de suporte acessível e especializado. Essa iniciativa facilita o acesso a cuidados essenciais, reduz barreiras geográficas e contribui para a proteção social, impactando positivamente a qualidade de vida e o bem-estar desse público.
Rio de Janeiro (RJ), 24/04/2025 – Símbolo do Sistema Único de Saúde (SUS), no Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país.

Em nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.

Também será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim do mês.

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Na plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.

A primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.

“A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.

Resumo da Notícia

O Sistema Único de Saúde (SUS) implementa um serviço de teleatendimento em saúde mental voltado para mulheres expostas à violência ou em situação de vulnerabilidade psicossocial, iniciando no Recife e no Rio de Janeiro. O Ministério da Saúde prevê que, até junho, o atendimento remoto será disponibilizado em todo o país, com uma meta anual de 4,7 milhões de sessões. As mulheres poderão acessar o suporte por encaminhamento das unidades de saúde ou diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, que realizará uma avaliação inicial para organizar o atendimento. A iniciativa envolve profissionais como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, fortalecendo a rede de proteção e apoio para esse público. Essa ação integra o esforço do SUS em ampliar o acesso a serviços de saúde mental e apoio social, especialmente para quem enfrenta situações de violência ou riscos associados.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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