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Crédito da imagem: © Marcello Casal JrAgência Brasil

STF julga deputados do PL por suposta propina em emendas parlamentares

Primeira Turma do STF analisa acusação de corrupção passiva envolvendo deputados e suplente do PL

Julgamento de deputados no STF

O julgamento de parlamentares por corrupção no Supremo Tribunal Federal destaca a atuação do sistema judicial no combate a práticas ilícitas que comprometem recursos públicos. A decisão impacta diretamente a transparência na destinação de verbas públicas e reforça a importância da fiscalização na gestão de emendas parlamentares, influenciando a confiança da sociedade nas instituições democráticas.
Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF
© Marcello Casal JrAgência Brasil

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (10) o julgamento de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. A sessão está prevista para começar às 9h.

O colegiado vai julgar a ação penal na qual são réus os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE).

Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.

Além dos deputados, mais cinco pessoas ligadas aos parlamentares são réus no processo e também serão julgadas.

De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).

O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin. Também fazem parte da turma os ministros Flavio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.

Além da sessão desta manhã, o STF marcou mais duas reuniões para analisar o caso, que serão realizadas nesta tarde e na manhã desta quarta-feira (11).  

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Defesas

Durante a tramitação do processo, a defesa do deputado Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o parlamentar se "mostram frágeis e desfundamentadas".

Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada  em "diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco".

A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em "hipóteses e conjecturas".

Resumo da Notícia

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal iniciou o julgamento de dois deputados federais e um suplente do PL, acusados de corrupção passiva e organização criminosa. A Procuradoria-Geral da República aponta que os parlamentares solicitaram R$ 1,6 milhão em propina para liberar R$ 6,6 milhões em emendas destinadas a São José de Ribamar (MA). Além dos políticos, outras cinco pessoas ligadas a eles também respondem pelo processo. As defesas contestam as acusações, alegando fragilidade das provas e ilegalidade na investigação. O julgamento, relatado pelo ministro Cristiano Zanin, ocorrerá em três sessões e envolve ministros renomados do STF.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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