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STF determina arquivamento de inquérito contra Elon Musk

Ministro Alexandre de Moraes aceita parecer da PGR e encerra investigação sobre uso da rede social X

Arquivamento do inquérito sobre Elon Musk

O encerramento da investigação sobre o uso da rede social X para ataques virtuais reforça a importância da análise criteriosa em casos envolvendo liberdade de expressão e responsabilidade digital. Essa decisão impacta diretamente o ambiente jurídico e tecnológico, estabelecendo limites para futuras investigações e contribuindo para a segurança jurídica no uso das plataformas digitais.
. Elon Musk
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira (10) o arquivamento do inquérito aberto na Corte contra o empresário norte-americano Elon Musk, dono da rede social X.

A investigação tramita no Supremo há dois anos e apura o suposto uso da plataforma para instrumentalizar ataques virtuais contra ministros da Corte e desobediência a decisões que determinaram a suspensão de perfis de usuários investigados. 

Moraes seguiu parecer do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet. Segundo o procurador, a investigação realizada pela Polícia Federal (PF) apontou que não houve resistência deliberada da plataforma para atentar contra o Poder Judiciário.

No entendimento do procurador, as inconsistências que permitiram acessos a conteúdos suspensos não tiveram intenção fraudulenta.

Ao analisar o caso, Moraes entendeu que o arquivamento de um inquérito deve ocorrer de forma automática após pedido da PGR.

“Tendo o Ministério Público requerido o arquivamento no prazo legal, não cabe ação privada subsidiária, ou a título originário, sendo essa manifestação irretratável, salvo no surgimento de novas provas”, decidiu o ministro.

Resumo da Notícia

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, ordenou o arquivamento do inquérito que investigava Elon Musk por suposta utilização da rede social X para ataques virtuais contra membros da Corte e desobediência a decisões judiciais. Após dois anos de apuração, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que não houve intenção deliberada da plataforma em prejudicar o Poder Judiciário, apontando que as falhas identificadas não configuram fraude. Moraes ressaltou que, com o pedido formal da PGR para encerrar a investigação dentro do prazo legal, não é cabível outra ação sem surgimento de novas evidências, encerrando assim o processo contra o empresário.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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