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Crédito da imagem: © Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo

São Paulo registra primeiro caso de sarampo em 2026 em bebê não vacinada

Bebê de seis meses contrai sarampo após viagem à Bolívia; vacinação é recomendada para prevenir a doença

Alerta sobre sarampo em São Paulo

A confirmação do sarampo em São Paulo destaca a urgência da vacinação para prevenir surtos, especialmente em crianças pequenas e viajantes. A doença, altamente contagiosa, pode gerar complicações graves e sobrecarregar serviços de saúde. A imunização adequada é essencial para proteger a população e evitar a reintrodução do vírus, reforçando a importância das campanhas de vacinação e da vigilância epidemiológica contínua.
Primeiro dia da campanha estadual do Dia D de Vacinação Contra o Sarampo no Rio de Janeiro, caminhão itinerante da Secretaria Estadual de Saúde
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo
© Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo

Um bebê de seis meses, uma menina, é a primeira pessoa a contrair sarampo em São Paulo, informa a Secretaria de Estado da Saúde paulista. De acordo com o Ministério da Saúde, este é o primeiro caso registrado no país este ano. A bebê, que não foi vacinada, esteve na Bolívia em janeiro deste ano.

O caso foi registrado em fevereiro e confirmado por exames laboratoriais.

Em 2025, o estado de São Paulo teve dois casos importados de sarampo. Já, no Brasil, foram confirmados 38 casos de sarampo em todo o ano passado: Distrito Federal (1), Rio de Janeiro (2), São Paulo (2), Rio Grande do Sul (1), Tocantins (25), Maranhão (1) e Mato Grosso (6).

Vacinação é principal proteção

A melhor maneira de evitar a doença é através da vacinação. A vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e a primeira dose deve ser ministrada aos 12 meses de idade. A segunda dose deve ser dada aos 15 meses.

Para quem não tem comprovante de vacinação na infância, é necessária a imunização com duas doses, no intervalo mínimo de 30 dias, se a pessoa tiver entre 5 e 29 anos. Pessoas de 30 a 59 anos devem tomar apenas uma dose.

O que é a doença

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já respondeu como uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. O Ministério da Saúde destaca que, apesar de avanços significativos no controle e na prevenção por meio da vacinação, o sarampo ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização. 

A pasta alerta ainda que o sarampo se caracteriza por sintomas que podem ser confundidos com outras doenças virais e, portanto, exige atenção e conhecimento para ser identificado e tratado adequadamente. O paciente com sarampo apresenta erupções avermelhadas na pele e coceira intensa nas mãos. A transmissão do vírus acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. 

O sarampo, segundo o ministério, é considerado tão contagioso que uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para 90% das pessoas próximas a ela que não estejam imunes. A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas pelo corpo.

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OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez, em fevereiro deste ano, um alerta para países das Américas em função do aumento no número de casos da doença na região. Na passagem de 2024 para 2025, foi registrado um crescimento de 32 vezes no total de contágios de sarampo nas Américas.

 

*Matéria foi ampliada às 11h08 para incluir informações nacionais

Resumo da Notícia

São Paulo confirmou o primeiro caso de sarampo em 2026, envolvendo uma bebê de seis meses que não havia sido vacinada e esteve recentemente na Bolívia. O caso, diagnosticado em fevereiro, reforça a importância da vacinação, principal método de proteção contra a doença altamente contagiosa. O sarampo, transmitido pelo ar, causa sintomas como erupções vermelhas e coceira intensa, e pode ser confundido com outras infecções virais. O Ministério da Saúde destaca a necessidade de imunização conforme o Calendário Nacional, com doses recomendadas para crianças e adultos jovens. Em 2025, o Brasil registrou 38 casos da doença, com maior incidência no Tocantins. A Organização Mundial da Saúde alertou recentemente sobre o aumento expressivo de casos nas Américas, evidenciando o desafio contínuo do sarampo para a saúde pública.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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