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Crédito da imagem: © Mariana Raphael/Arquivo-SES

Regulamentação da Doula amplia integração e humanização no SUS

Nova lei define funções das doulas e fortalece atendimento às gestantes em todo o Brasil

Regulamentação da Doula amplia integração e humanização no SUS

A oficialização da profissão de doula reforça o cuidado humanizado no SUS, especialmente para gestantes em situação de vulnerabilidade. Isso amplia o acesso a suporte emocional e físico qualificado, promovendo uma experiência de parto mais segura e acolhedora para as mulheres brasileiras.

A aprovação da legislação que regulamenta a profissão de doula no Brasil marca um avanço importante para o atendimento integral às gestantes no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, as doulas têm suas atribuições definidas de forma clara, atuando em diferentes fases do processo gestacional: pré-parto, parto e pós-parto, com foco no acolhimento, suporte emocional e físico.

A nova lei reforça que as doulas não realizam procedimentos médicos, fisioterápicos ou de enfermagem, nem prescrevem medicamentos, o que contribui para a segurança do atendimento. Essa delimitação ajuda a integrar a atuação das doulas às equipes multiprofissionais, sem conflitos de competências.

Lideranças da categoria enfatizam o papel das doulas na construção de vínculos afetivos com a mulher e sua família desde o pré-natal, fortalecendo o protagonismo feminino no parto e criando um ambiente mais humanizado. Esse suporte é especialmente relevante para mulheres em situação de vulnerabilidade social, que encontram na doula um elo fundamental dentro do SUS.

A regulamentação também foi aprovada com elogios de outras áreas da saúde, como a enfermagem, que reconhece a contribuição das doulas para a humanização do parto e o respeito às escolhas das mulheres. A colaboração harmoniosa entre profissionais é vista como essencial para garantir uma assistência segura e qualificada.

Além do suporte durante o trabalho de parto, as doulas oferecem orientação no pós-parto, auxiliando na amamentação, recuperação materna e adaptação do recém-nascido, tornando esse período menos angustiante para as famílias. A formação das doulas passa a ser formalizada, com cursos de no mínimo 120 horas, garantindo atualização e preparo técnico contínuo.

Com a regulamentação, espera-se ampliar o acesso das mulheres brasileiras a esse atendimento humanizado e gratuito no SUS, consolidando um avanço significativo na política pública de saúde materno-infantil. O próximo desafio será implementar as diretrizes em todo o país, superando resistências e fortalecendo o reconhecimento da categoria como parceira na assistência ao parto.

Resumo da Notícia

A recente regulamentação da profissão de doula no Brasil unificou o reconhecimento da categoria em âmbito nacional, promovendo maior integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). A nova legislação estabelece as atribuições das doulas, que atuam no pré-parto, parto e pós-parto, garantindo um suporte emocional e físico fundamental para as gestantes, especialmente em contextos de vulnerabilidade. A medida foi bem recebida por associações da categoria e por conselhos profissionais, que destacam o papel complementar das doulas para a humanização do parto e o fortalecimento do vínculo entre mulher, família e equipe de saúde. O texto normativo também impõe limites claros para a atuação das doulas, preservando a segurança e respeitando as competências médicas e de enfermagem. A regulamentação abre caminho para ampliar o acesso gratuito a um atendimento qualificado no SUS, beneficiando mulheres em todo o país.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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