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Crédito da imagem: © Fernando Frazão/Agência Brasil

Professores do Rio fazem paralisação por reajuste salarial e melhores condições

Greve de 24 horas mobilizou redes estadual e municipal para cobrar recomposição e benefícios

Professores do Rio fazem paralisação por reajuste salarial e melhores condições

A paralisação destaca o desgaste financeiro dos profissionais da educação no Rio, que enfrentam perdas salariais significativas e buscam garantir direitos essenciais. Essa mobilização é crucial para pressionar autoridades a solucionar pendências que impactam diretamente a qualidade do ensino e a valorização dos educadores.

Professores e servidores administrativos das redes estadual e municipal de ensino do Rio de Janeiro realizaram uma greve de 24 horas na última quinta-feira (9) para reivindicar reajustes salariais e melhores condições laborais.

A mobilização envolveu atos públicos na Cinelândia e em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), reunindo profissionais que denunciam perdas salariais acumuladas desde 2019. Conforme levantamento do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) em parceria com o Dieese, essas perdas chegam a 24,07%.

Na rede estadual, a categoria estipulou uma nova assembleia para o dia 5 de maio, quando deve avaliar a possibilidade de entrar em estado de greve. Já os profissionais da rede municipal marcaram reunião para o dia 16 de maio, demonstrando continuidade na mobilização.

Além do reajuste salarial, os professores municipais reivindicam o fim da minutagem — horas trabalhadas sem remuneração —, o pagamento do Acordo de Resultados 2024, o cumprimento do piso nacional para Professoras Adjuntas da Educação Infantil, a reposição do tempo de serviço congelado durante a pandemia, aumento do vale-refeição e alterações nas regras de remoção. Na rede estadual, a cobrança também envolve o cumprimento do acordo de recomposição salarial firmado em 2021, que previa 26,5% de reajuste parcelado, mas que teve apenas a primeira parcela quitada.

Em resposta, a Secretaria Estadual de Educação informou que as aulas transcorreram normalmente no dia da paralisação e reafirmou o respeito ao direito de manifestação dos servidores, destacando o compromisso com a valorização do magistério. Por sua vez, a Secretaria Municipal de Educação ressaltou que mantém diálogo constante com o sindicato e tem promovido reuniões frequentes para tratar das demandas da categoria.

O desenrolar das assembleias previstas para maio será fundamental para definir os próximos passos da mobilização, que pode intensificar a pressão sobre as autoridades para a resolução das pendências salariais e a melhoria das condições de trabalho no setor educacional do Rio de Janeiro.

Resumo da Notícia

Professores e funcionários das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas para reivindicar reajuste salarial e melhorias nas condições de trabalho. A categoria denuncia perdas acumuladas de mais de 24% desde 2019 e exige o cumprimento de acordos pendentes, além do pagamento de benefícios atrasados. Assembleias futuras definem possíveis estados de greve, enquanto o governo mantém diálogo e afirma que as aulas ocorreram normalmente durante a manifestação.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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