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Crédito da imagem: © Paulo Pinto/Agência Brasil

Professores da rede estadual de SP fazem paralisação em protesto por reajuste salarial

Categoria reivindica valorização, melhores condições de trabalho e revogações em políticas educacionais em vigor

Professores da rede estadual de SP fazem paralisação em protesto por reajuste salarial

A paralisação afeta o funcionamento das escolas estaduais e reforça a pressão por mudanças nas condições de trabalho dos professores. O desdobramento da mobilização pode influenciar negociações salariais e políticas educacionais no estado, impactando diretamente a qualidade do ensino público em São Paulo.

Professores da rede estadual de São Paulo iniciaram uma paralisação nesta quinta-feira (9) que se estende até sexta-feira (10), em busca de reajuste salarial e melhores condições profissionais. O movimento foi convocado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e envolve reivindicações que vão além do salário.

Entre as principais demandas, está a aplicação correta do piso nacional como base para a carreira docente, valorização profissional, além de melhorias nas condições de trabalho. A categoria também solicita a retirada do Projeto de Lei 1316, que propõe alterações administrativas na educação estadual e é visto pelos professores como um ataque à categoria, especialmente devido às avaliações de desempenho que podem resultar em remoções obrigatórias.

A mobilização destaca ainda a necessidade de abertura de novas turmas para o ensino regular e para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no turno noturno, além da implementação de uma Educação Especial inclusiva que atenda adequadamente alunos com deficiências e necessidades específicas.

Outro ponto fundamental da pauta é a meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que busca a equiparação salarial dos professores da educação básica com outros profissionais que possuem nível superior. Além disso, os docentes criticam a crescente “plataformização” do ensino, que envolve o uso intensivo de plataformas privadas na rotina escolar, o que gera preocupações sobre a qualidade e a autonomia pedagógica.

Na tarde de sexta-feira (10), às 16h, está marcada uma assembleia no Vão Livre do MASP, na Avenida Paulista, onde os professores decidirão os próximos rumos da mobilização. O encontro será decisivo para avaliar a continuidade ou suspensão da greve, conforme as negociações avançarem. A paralisação evidencia o clima tenso nas escolas estaduais de São Paulo e aponta para uma possível escalada das reivindicações se os pleitos não forem atendidos.

Resumo da Notícia

Os professores da rede pública estadual de São Paulo realizam paralisação nos dias 9 e 10 de abril para pressionar por reajuste salarial e a correta aplicação do piso nacional na carreira. A mobilização também pede a retirada do PL 1316, que altera a administração da educação, e a revogação da Avaliação de Desempenho, considerada injusta pela categoria. Além disso, os docentes exigem a abertura de turmas para o ensino noturno e inclusão de Educação Especial adequada às necessidades dos alunos. O movimento discute ainda a meta 17 do Plano Nacional de Educação, que busca equiparação salarial com outros profissionais de nível superior. Uma assembleia no MASP definirá os próximos passos da greve.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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