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Crédito da imagem: © Lula Marques/Agência Brasil.

Presidente do BC pede aprovação de PEC para ampliar autonomia da instituição

Gabriel Galípolo destaca necessidade de recursos e pessoal para fortalecer controle financeiro e combate ao crime organizado

Presidente do BC pede aprovação de PEC para ampliar autonomia da instituição

A aprovação da PEC 65 é crucial para fortalecer o Banco Central, garantindo recursos e autonomia necessários para fiscalizar o sistema financeiro com mais eficácia. Isso impacta diretamente a economia e a segurança pública, ao permitir que o BC atue com maior independência no combate a crimes financeiros e na manutenção da estabilidade econômica.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, fez um apelo enfático aos senadores para que aprovem a Proposta de Emenda à Constituição nº 65/2023, que concede maior autonomia técnica, orçamentária e financeira à instituição. Em seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, realizada no Senado, ele ressaltou que o BC está operando próximo do limite de sua capacidade, enfrentando dificuldades para contratar pessoal e investir em tecnologias essenciais.

Galípolo destacou que atualmente apenas cerca de 3,4 mil dos 6.470 cargos previstos no Banco Central estão ocupados, evidenciando um quadro de subdimensionamento que compromete a atuação da instituição. Para contextualizar, ele comparou o BC brasileiro com o Federal Reserve dos Estados Unidos, que conta com 23 mil servidores, e o banco central da Índia, com 13 mil funcionários.

O presidente do BC ressaltou que a autonomia pretendida pela PEC não significa ausência de prestação de contas. Pelo contrário, ele defende maior transparência e fiscalização, mas com recursos adequados para que o banco possa exercer suas funções, como o controle da inflação, a regulação do sistema financeiro e o combate à lavagem de dinheiro.

A PEC nº 65/2023 propõe transformar o Banco Central em uma empresa pública com poder de polícia, o que inclui regulação, supervisão e resolução, além de desvinculá-lo da subordinação a ministérios ou outros órgãos da administração pública. A proposta também prevê a supervisão direta pelo Congresso Nacional, buscando um equilíbrio entre independência e responsabilidade.

A aprovação da proposta é vista como fundamental para que o Banco Central brasileiro possa responder com eficiência aos desafios atuais, especialmente no combate ao crime organizado, que utiliza recursos e tecnologias para burlar o sistema financeiro. O avanço da PEC poderá ampliar a capacidade do BC de proteger a economia e a sociedade, reforçando seu papel estratégico no país.

Resumo da Notícia

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, solicitou aos senadores a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 65/2023, que visa garantir mais autonomia técnica, orçamentária e financeira à entidade. Durante depoimento na CPI do Crime Organizado no Senado, Galípolo alertou para o limite operacional do BC, destacando a dificuldade em contratar servidores e investir em tecnologias essenciais para o controle da inflação e a fiscalização do sistema financeiro. A PEC pretende transformar o BC em uma empresa pública com poder de polícia, desvinculando-o de ministérios para aumentar sua eficiência e independência, além de estabelecer supervisão direta do Congresso Nacional. A medida é considerada fundamental para que o Banco Central possa enfrentar os desafios do mercado financeiro e contribuir efetivamente no combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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