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Crédito da imagem: © Polícia Civil RJ/Divulgação

Polícia Federal prende bicheiro Adilsinho após intensa investigação no RJ

Forças policiais unem esforços para capturar líder do jogo do bicho suspeito de múltiplos homicídios no Rio de Janeiro

Impacto da prisão no crime organizado

A detenção de um líder do crime organizado na Região dos Lagos representa um avanço importante para a segurança pública local, contribuindo para a redução de atividades ilegais e violência associada. Além disso, a ação fortalece a cooperação entre forças policiais, essencial para enfrentar redes criminosas complexas que afetam a economia informal e os direitos trabalhistas na região.
26/02/2026 - Bicheiro Adilsinho é preso em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Foto: Polícia Civil RJ/Divulgação
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O superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Fábio Galvão, considerou que a prisão do banqueiro de bicho Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, nesta quinta-feira (26), em Cabo Frio, na Região dos Lagos, foi resultado de trabalho árduo e muito difícil, fruto da resiliência das equipes que participam da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, composta no Rio de Janeiro, Polícia Federal e Polícia Civil.

26/02/2026 - Bicheiro Adilsinho é preso em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Foto: Polícia Civil RJ/Divulgação
Bicheiro Adilsinho é preso em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Foto: Polícia Civil RJ/Divulgação

Não foi a primeira operação para prender o bicheiro.

“Foi a terceira tentativa de prisão, muito dificultada pela proteção, sobretudo, de policiais ligados à máfia do jogo do bicho”, diz vídeo divulgado à imprensa pela PF.

“Hoje a gente conseguiu prender o mais sanguinário dos capos do jogo do bicho. Vale destacar a atuação incessante das nossas equipes juntas”, afirmou.

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O superintendente destacou que anteriormente a ação conjunta das duas corporações já havia estourado três fábricas clandestinas de cigarros ligadas ao contraventor. “É um dos meios de dinheiro principal do bicheiro, fora as máquinas de caça níqueis e a exploração do jogo do bicho.”

“É um dos meios de dinheiro principal do bicheiro, fora as máquinas de caça níqueis e a exploração do jogo do bicho. Então foi um presente para a sociedade fluminense a prisão e um baque para a máfia do jogo do bicho.”

Ao lado do superintendente, o secretário de estado de Polícia Civil, Felipe Curi, agradeceu à equipe da Polícia Federal pela parceria e integração das instituições nas ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ), que no Rio de Janeiro, segundo ele, vem fazendo um excelente trabalho conjunto no sentido de combate ao crime organizado.

“São inúmeras ações e hoje mais uma ação exitosa fruto dessa parceria, dessa integração e da troca de informações de inteligência das nossas instituições, que resultou nessa prisão importantíssima, tirando esse grande criminoso de circulação”, disse o secretário.

Fábio Galvão e Curi destacaram que Adilsinho é suspeito de ter praticado dezenas de homicídios.

Curi relatou que esses crimes já são investigados pelas Delegacias de Homicídios da Capital e da Baixada Fluminense e da região de Niterói e São Gonçalo. “Homicídios de rivais, de desafetos, de contraventores, de integrantes da máfia de cigarros e também de alguns policiais”, pontuou, acrescentando que Adilsinho já tem, por força de investigações da Polícia Civil, três mandados de prisão por homicídios de pessoas envolvidas nesta organização criminosa.

“Dentre as dezenas de homicídios pelos quais ele é investigado tem um que é a morte do advogado em fevereiro de 2024, assassinado em plena luz do dia em frente à Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, praticamente ao lado do Ministério Público e da Defensoria Pública, em uma ação extremamente ousada da quadrilha desse criminoso”, informou.

O superintendente comentou ainda que em uma das fábricas clandestinas de cigarros que foram estouradas pelos agentes das duas corporações foram constatadas as presenças de mais de 20 paraguaios que estavam submetidos à condição análoga à escravidão.

“Sem falar nas outras duas fábricas que a gente deu a batida e apreendeu os equipamentos, sobretudo, na região da Baixada Fluminense”, concluiu.

Resumo da Notícia

A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, conseguiu prender Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontado como um dos principais líderes do jogo do bicho na Região dos Lagos. A ação, resultado de um trabalho persistente e integrado da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, enfrentou diversas dificuldades devido à forte proteção que o criminoso recebia. Adilsinho é suspeito de envolvimento em dezenas de homicídios, incluindo o assassinato de um advogado em fevereiro de 2024, além de comandar esquemas ilegais como máquinas de caça-níqueis e fábricas clandestinas de cigarros. As operações também revelaram casos de exploração de trabalhadores em condições análogas à escravidão. Autoridades destacam que a prisão representa um significativo avanço no combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro, reforçando a importância da cooperação entre as instituições policiais.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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