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PGR apoia prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro por saúde

Procurador-geral da República recomenda prisão domiciliar para o ex-presidente devido a riscos graves de saúde

Impactos da prisão domiciliar

A concessão de prisão domiciliar a um ex-presidente com problemas de saúde grave reflete a necessidade de equilibrar a execução da justiça com cuidados médicos adequados. Essa medida pode influenciar procedimentos futuros em casos similares, garantindo monitoramento contínuo sem comprometer a integridade física do detento, além de afetar a percepção pública sobre o sistema penal e os direitos humanos em situações de saúde delicada.
Brazil's former President Jair Bolsonaro stands at his home while under house arrest, amid the final phase of his trial, accused of plotting a coup after his electoral defeat, in Brasilia, Brazil, September 3, 2025. REUTERS/Diego Herculano   REFILE - CORRECTING DATE FROM
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (23), parecer favorável à prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro, por motivos de saúde.

O documento será avaliado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal de Bolsonaro no STF.

“Ao ver da Procuradoria-Geral da República, está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”, escreveu Gonet. 

Bolsonaro foi condenado pelo Supremo a 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes praticados contra a democracia. Ele foi considerado culpado por liderar uma organização criminosa armada que tentou um golpe de Estado.

Ouça mais detalhes na Radioagência Nacional: 

Com 71 anos, o ex-presidente cumpre pena na Papudinha, como é conhecida uma ala de celas especiais dentro do 19ª Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. Em 13 de março, Bolsonaro passou mal em sua cela e foi levado às pressas para atendimento hospitalar. 

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Ao chegar ao hospital, Bolsonaro foi internado em Unidade de Tratamento Intensiva (UTI), com sudorese, calafrios e baixa oxigenação. Ele foi depois diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. Ele segue internado no hospital DF Star, em Brasília. 

Após a internação, a defesa voltou a pedir a prisão domiciliar de Bolsonaro, alegando sobretudo o risco de morte do ex-presidente por algum mal súbito, havendo a necessidade de monitoramento constante do estado de saúde. 

Na última sexta (20), o ministro Alexandre de Moraes pediu a manifestação da PGR sobre o novo pedido. 

 

Resumo da Notícia

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se favoravelmente à concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro, considerando seu estado de saúde delicado e a necessidade de monitoramento contínuo. Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos por crimes contra a democracia e atualmente preso em Brasília, enfrenta complicações médicas que já o levaram à internação na UTI com broncopneumonia bacteriana bilateral. A defesa ressaltou o perigo de um mal súbito e pediu a medida humanitária para garantir cuidados adequados. O parecer será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela execução da pena no Supremo Tribunal Federal.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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