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Crédito da imagem: © Polícia Federal

PF prende Daniel Vorcaro na terceira fase da Operação Compliance Zero

Ação da Polícia Federal mira crimes financeiros e bloqueia bens em São Paulo e Minas Gerais

Impactos da Operação Compliance Zero

A ação da Polícia Federal reforça o combate a crimes financeiros que afetam a integridade do sistema bancário e a confiança pública. O bloqueio de bens e o afastamento de envolvidos evitam prejuízos econômicos maiores e contribuem para a transparência e segurança nas instituições financeiras, beneficiando diretamente a estabilidade econômica e a proteção dos cidadãos.
São Paulo (SP) - 04/12/2025 - PF faz operação contra vazamento de fotos íntimas e abuso sexual infantojuvenil
Foto: Polícia Federal
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A terceira fase da Operação Compliance Zero foi deflagrada no início da manhã desta quarta-feira (4) pela Polícia Federal (PF). Entre os presos está Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

Nesta fase, os policiais investigam “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.

A PF cumpre, desde cedo, quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos endereços ligados aos investigados nos estados de São Paulo e Minas Gerais. “As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil”.

O STF determinou também afastamento de cargos públicos de alguns investigados, além de sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões.

A medida tem por objetivo interromper “a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas”, informou a PF.

* Colaborou Felipe Pontes.

Resumo da Notícia

A Polícia Federal deflagrou a terceira etapa da Operação Compliance Zero, que resultou na prisão de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A ação investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento em corrupção, lavagem de dinheiro, ameaças e invasão de sistemas. Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e busca em endereços nos estados de São Paulo e Minas Gerais, com apoio do Banco Central. Além das prisões, o Supremo Tribunal Federal ordenou o afastamento de cargos públicos de alguns investigadores e determinou o bloqueio de bens avaliados em até R$ 22 bilhões, visando impedir a movimentação dos recursos ligados aos delitos apurados.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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