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Operação prende cinco em ação contra o Comando Vermelho em SP

Ministério Público e Polícia Civil desarticulam esquema do Comando Vermelho em Rio Claro, SP

Impacto no combate ao crime organizado

A operação representa um avanço significativo no enfrentamento das organizações criminosas que afetam a segurança pública e a economia local. O bloqueio de recursos financeiros e bens impede a continuidade das atividades ilícitas, contribuindo para a redução da violência e do tráfico. Além disso, a ação fortalece a atuação das autoridades na desarticulação de redes complexas, promovendo maior proteção à população e ao desenvolvimento regional.
São Paulo (SP), 12/02/2026 - Viatura da Polícia Civil de São Paulo. Foto: PCSP/Divulgação
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Cinco pessoas foram presas nesta quarta-feira (11) em uma operação que mira a estrutura do Comando Vermelho no interior paulista. A ação foi deflagrada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) e pela Delegacia de Investigações Gerais da Polícia Civil em Rio Claro, com apoio da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

O objetivo da ação foi desarticular a estrutura logística, financeira e operacional do Comando Vermelho no interior paulista, onde o grupo é acusado de praticar crimes relacionados ao tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro e homicídios.

Ao todo, foram expedidos 19 mandados de prisão preventiva. Além dos cinco que foram cumpridos nesta quarta, seis pessoas já se encontravam presas. Os demais alvos da operação estão foragidos.

A Justiça também expediu 26 mandados de busca e apreensão em diversas cidades de São Paulo e em Minas Gerais. Foi decretado o bloqueio de R$ 33,6 milhões em contas bancárias, além do sequestro de 12 imóveis e 103 veículos.

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Disputa territorial

A operação foi deflagrada em um momento de recrudescimento da criminalidade violenta na região de Rio Claro, segundo a promotoria. O MP-SP relata o acirramento de disputas territoriais entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma organização rival depois que uma nova liderança se aliou ao Comando Vermelho.

As investigações indicaram que o grupo utiliza veículos com fundo falso para o transporte de ilícitos, além de empresas de fachada e laranjas para a lavagem de dinheiro.

Os investigadores acreditam que a movimentação financeira dessa organização criminosa é vultosa, com registros de circulação superiores a R$ 1,19 milhão em menos de um mês.

Para lavar capitais, eram utilizadas contas de pessoas físicas e jurídicas, como construtoras e consultorias, além de contas de passagem, abertas em nome de terceiros. As transações eram feitas via Pix, TED e depósitos em dinheiro, o que dificulta o rastreamento.

A operação recebeu o nome de Linea Rubra (Linha Vermelha). Segundo o Ministério Público, o nome "representa a imposição de um limite ao avanço do Comando Vermelho no estado de São Paulo".

Resumo da Notícia

Uma operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil resultou na prisão de cinco pessoas ligadas ao Comando Vermelho no interior paulista, em Rio Claro. A ação visa desmantelar a estrutura responsável por tráfico de drogas, armas, lavagem de dinheiro e homicídios. Ao todo, 19 mandados de prisão foram expedidos, com seis pessoas já detidas anteriormente e outros foragidos. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 33,6 milhões, além do sequestro de imóveis e veículos. A investigação revelou o uso de empresas de fachada e laranjas para movimentar recursos financeiros, dificultando o rastreamento. A operação, chamada Linea Rubra, marca um esforço para conter a expansão do grupo criminoso no estado, especialmente diante do aumento da disputa territorial entre facções rivais na região.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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