OMPI Lança Prêmio de Vídeo para Jovens Indígenas com Inscrições Abertas até 2026
A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) abriu oficialmente as inscrições para o Prêmio de Vídeo da OMPI para Jovens Indígenas 2026. Esta iniciativa internacional visa destacar a riqueza cultural e os conhecimentos tradicionais dos Povos Indígenas através da produção de vídeos.
Com o tema “Os conhecimentos e a criatividade dos Povos Indígenas em ação”, o concurso acolhe jovens indígenas com idades entre 18 e 35 anos, incentivando-os a criar vídeos que explorem práticas culturais, expressões artísticas e saberes tradicionais que permanecem vivos e relevantes em suas comunidades.
Os vídeos podem abordar uma variedade de tópicos, como artesanato, narrativas e formas de contar histórias, além de práticas relacionadas a remédios naturais e agricultura. Os participantes terão a liberdade de expressar como suas comunidades preservam e transmitem esses conhecimentos, contribuindo para a valorização de suas culturas.
Os trabalhos serão avaliados com base em critérios como originalidade, criatividade, impacto comunitário e qualidade visual. Um júri composto por cineastas indígenas de renome internacional será responsável pela seleção dos vencedores. Os três melhores vídeos recebem prêmios em equipamentos digitais, que podem chegar até US$ 4 mil, além de oportunidades de formação oferecidas pela Academia da OMPI.
As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de novembro de 2026, através do site oficial da premiação. A participação é gratuita e aberta a jovens de Estados-membros da OMPI, incluindo o Brasil. Ao submeter os vídeos, os participantes mantêm os direitos autorais sobre suas obras, mas autorizam a OMPI a usar os conteúdos para fins educacionais e promocionais, sempre com o devido reconhecimento da autoria.
Esta é uma oportunidade única para jovens indígenas expressarem suas vozes e contribuírem para a preservação de suas culturas, enquanto também se conectam com uma audiência global. O Prêmio de Vídeo da OMPI não apenas celebra a criatividade, mas também reforça a importância dos direitos autorais na proteção das obras criativas das comunidades indígenas.
