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Crédito da imagem: © PM MG/Divulgação

Morte de Sicário, aliado de banqueiro, é confirmada em BH

Luiz Phillipi Mourão, preso na Operação Compliance Zero, faleceu após tentativa de suicídio na prisão

Impactos da morte em custódia

A ocorrência ressalta a necessidade de cuidados psicológicos rigorosos para pessoas sob custódia, prevenindo riscos à integridade física e mental. Além disso, evidencia a importância de políticas públicas e serviços de apoio emocional, essenciais para evitar desfechos trágicos e garantir direitos humanos durante investigações e prisões.
04/03/2026 - A Polícia Federal lamenta informar que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, um dos presos na Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira (4/3), atentou contra a própria vida, enquanto se encontrava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais. Foto: PM MG/Divulgação
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Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), morreu nesta sexta-feira (6), em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela defesa dele.

Mourão estava internado no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital João 23 desde a última quarta-feira (4), após tentativa de suicídio na prisão. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral.

Em nota, o advogado de Mourão, Robson Lucas, informou que o quadro clínico de Mourão se agravou e que o óbito foi declarado às 18h55, após encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado por volta das 10h do mesmo dia.

Entenda

Na manhã da última quarta-feira, Mourão foi levado para a carceragem da PF na capital mineira após cumprimento do mandado de prisão emitido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a corporação, o investigado atentou contra a própria vida e foi reanimado por policiais responsáveis pela custódia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e Mourão foi encaminhado para o hospital.

De acordo com as investigações, Mourão atuava como ajudante do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que também foi preso na quarta-feira durante operação da PF.

Sicário, como era chamado pelo empresário, seria responsável pelo monitoramento e obtenção de informações sigilosas de pessoas consideradas adversárias dos interesses do banqueiro.

Centro de Valorização da Vida

Qualquer pessoa com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida deve buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos e educadores, e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

*Colaborou André Richter

Resumo da Notícia

Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário e preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, morreu em Belo Horizonte após tentativa de suicídio enquanto estava sob custódia da Polícia Federal. Internado em estado grave, Mourão teve morte encefálica confirmada pelo hospital onde estava internado desde quarta-feira. Ele era apontado como auxiliar do banqueiro Daniel Vorcaro, também detido na mesma operação, sendo responsável por monitorar e coletar informações sigilosas contra adversários do empresário. A defesa confirmou o falecimento após o protocolo de morte encefálica ser finalizado. A Polícia Federal atuou rapidamente para salvar a vida de Mourão após a tentativa, e o caso reforça a importância do apoio emocional e da prevenção ao suicídio, com serviços como o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferecendo atendimento gratuito e sigiloso.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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