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Crédito da imagem: © STF/Reprodução

Moraes rejeita prisão domiciliar para ex-presidente Bolsonaro

Ministro do STF afirma que unidade prisional oferece atendimento médico adequado ao ex-presidente

Decisão sobre prisão domiciliar

A recusa do pedido de prisão domiciliar reforça a aplicação das penas para crimes graves, mantendo o cumprimento da sentença em ambiente controlado. Essa decisão impacta a percepção sobre o tratamento de presos com condições de saúde especiais, equilibrando a necessidade de cuidados médicos com a segurança pública e o cumprimento da justiça.
Brasília (DF), 15/01/2026 - Cela na Papudinha parecida com a que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido da sede da Polícia Federal. Foto: STF/Reprodução
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (2) pedido de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na decisão, o Moraes disse que as instalações da Papudinha, em Brasília, onde o ex-presidente está preso, oferecem atendimento médico adequado. Além disso, o ministro afirmou que a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, ocorrida no ano passado, também é um óbice ao deferimento do pedido.

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Defesa

A defesa alegou que as instalações da prisão não estão aptas para dar tratamento médico adequado a Bolsonaro, que passou recentemente por uma cirurgia de hérnia inguinal e tem diversas comorbidades em decorrência da facada desferida contra ele na campanha eleitoral de 2018.

Ao analisar o pedido, Moraes disse que as instalações da Papudinha são adequadas para atender Bolsonaro em caso de emergência.

“As condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa, além de garantir ao réu, em absoluta garantia do princípio da dignidade da pessoa humana”, disse o ministro.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses prisão na ação penal da trama golpista e cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.

Matéria ampliada às 14h43

 

 

Resumo da Notícia

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Moraes, as condições da unidade prisional conhecida como Papudinha, em Brasília, são suficientes para garantir o atendimento médico necessário, incluindo cuidados emergenciais e fisioterapia. A decisão também levou em conta a tentativa anterior de violação da tornozeleira eletrônica por Bolsonaro. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses por envolvimento na trama golpista, no 19° Batalhão da Polícia Militar, destinado a presos especiais. A defesa alegava que Bolsonaro, que passou por cirurgia recentemente e possui comorbidades, precisava de cuidados fora da prisão, mas o ministro considerou que os serviços oferecidos garantem a dignidade e a segurança necessárias.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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