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Crédito da imagem: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Moraes proíbe drones perto da casa de Bolsonaro em prisão domiciliar

Ministro do STF determina restrição aérea e medidas rigorosas para garantir segurança em Brasília

Restrição a drones na prisão domiciliar

A proibição de sobrevoo de drones próxima à residência do ex-presidente busca evitar riscos à segurança e garantir o monitoramento eficaz durante sua prisão domiciliar. Essa medida impacta diretamente o controle das autoridades sobre o cumprimento da pena, reforçando a proteção do local e a integridade do processo judicial em curso.
Brasília (DF) 07/08/2025 Fachada do condomínio Solar de Brasília, onde mora e cumpre prisão domiciliar o ex-presidente Jair Bolsonaro.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da casa onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar. O despacho foi publicado neste sábado (28).

Nesta sexta-feira (27), Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star, onde estava internado desde o dia 13 de março para tratamento de uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. No mesmo dia, policiais militares atuaram para coibir o uso irregular de drones nas proximidades da residência, em um condomínio no bairro do Jardim Botânico, em Brasília.

“A ação é desencadeada após a identificação de equipamentos não autorizados sobrevoando o imóvel, o que representa risco à segurança e violação do espaço aéreo”, informou o Centro de Comunicação Social da Polícia Militar do Distrito Federal.

Para “resguardar o ambiente controlado necessário”, o ministro Alexandre de Moraes determinou, ainda, que, em caso de desrespeito à medida, a Polícia Militar abata e realize a imediata apreensão dos drones, bem como efetue a prisão em flagrante de seus operadores.

Na última terça-feira (24), o ministro Alexandre de Moares, concedeu a prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente, pois, segundo os advogados, ele não tem condições de voltar para a prisão devido ao agravamento de seus problemas de saúde.

Conforme a decisão de Moraes, a prisão domiciliar durará inicialmente 90 dias. Após o prazo, a manutenção do benefício deverá ser reanalisada pelo ministro, que poderá solicitar nova perícia médica.

Moraes também determinou que Bolsonaro voltará a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente foi preso após tentar violar o equipamento. Pela decisão, agentes da Polícia Militar deverão fazer a segurança da casa de Bolsonaro para evitar fuga.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista e, antes da internação hospitalar, cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Resumo da Notícia

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu o sobrevoo de drones num raio de 100 metros da residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília. A medida visa garantir a segurança no local após a detecção de drones não autorizados. Policiais militares foram autorizados a apreender os equipamentos e prender os operadores em caso de descumprimento. Bolsonaro recebeu alta hospitalar recentemente e permanece sob monitoramento eletrônico, após ter sido transferido da prisão no Complexo da Papuda para prisão domiciliar por recomendação médica. A decisão inicial vale por 90 dias, com possibilidade de revisão conforme avaliação médica futura. O ex-presidente cumpre pena de mais de 27 anos por envolvimento na trama golpista.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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