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Crédito da imagem: © Thiago Lontra/ALERJ

Ministro Moraes ordena nova prisão de ex-presidente da Alerj no RJ

Rodrigo Bacellar foi detido pela PF em Teresópolis por suposto vazamento de dados sigilosos

Impactos da nova prisão de Bacellar

A detenção do ex-presidente da Assembleia Legislativa reforça o combate à divulgação ilegal de informações sigilosas e à investigação de conexões entre agentes públicos e grupos criminosos. Essas ações têm implicações diretas na transparência institucional e na segurança pública, afetando a confiança da população nas autoridades e a eficácia das políticas de combate à violência no Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro (RJ), 03/12/2025 - Presidente da Alerj, deputado estadual Rodrigo Bacellar. Foto: Thiago Lontra/ALERJ
© Thiago Lontra/ALERJ

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (27) nova prisão do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Rodrigo Bacellar (União Brasil).

O mandado de prisão foi cumprido, na tarde de hoje, pela Polícia Federal (PF), em Teresópolis. Bacellar foi levado para superintendência da corporação na capital fluminense.

Segundo a PF, ele teria vazado informações sigilosas sobre a investigação que envolve o deputado estadual TH Joias.

De acordo com a PF, Bacellar também foi alvo de uma medida de busca e apreensão.

A corporação também informou que a prisão e a buscas foram determinadas na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, mais conhecida como ADPF das Favelas. Além de estabelecer medidas para o enfrentamento da letalidade policial no Rio, o processo investiga a ligação de grupos criminosos com agentes públicos.

Bacellar havia sido preso em dezembro do ano passado, mas, dias depois, uma votação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) determinou a soltura dele. Diante disso, o ministro Alexandre de Moraes expediu o mandado de soltura de Bacellar.

Defesa

Em nota enviada à Agência Brasil, o advogado Daniel Bialski disse pretende recorrer da decisão que decretou a prisão do deputado.

"A defesa desconhece completamente os motivos dessa nova prisão decretada, mas ainda assim a classifica como indevida e desnecessária, já que nosso cliente vinha cumprindo fiel e completamente todas as medidas cautelares impostas. Portanto, irá contestar e recorrer para que seja revista e revogada o quanto antes", afirmou.

Matéria ampliada às 19h57 para inclusão das declarações do advogado de Rodrigo Bacellar

Resumo da Notícia

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, foi preso novamente nesta sexta-feira (27) pela Polícia Federal em Teresópolis, após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A ordem judicial decorre de investigações relacionadas à divulgação indevida de informações confidenciais sobre apurações envolvendo outro deputado estadual. Além da prisão, foram cumpridos mandados de busca e apreensão vinculados à ADPF das Favelas, que trata da letalidade policial e das conexões entre grupos criminosos e agentes públicos no estado. Bacellar já havia sido detido em dezembro, mas foi liberado após votação na Alerj e determinação judicial. A defesa do deputado classificou a nova prisão como injustificada e informou que pretende recorrer da decisão.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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