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Crédito da imagem: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Mauro Vieira condena lucro com guerras e defende cooperação global

Ministro das Relações Exteriores critica exploração econômica de conflitos e destaca papel do diálogo internacional

Impactos globais dos conflitos armados

A crítica à exploração financeira em conflitos evidencia como guerras atuais afetam economias e sociedades mundialmente. A cooperação internacional e o fortalecimento das Nações Unidas são essenciais para mitigar crises, preservar vidas e garantir estabilidade, influenciando diretamente a segurança e o desenvolvimento econômico global, inclusive para o Brasil.
Brasília (DF) 18/12/2025 - O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa do programa Bom Dia, Ministro  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, criticou países que fazem da destruição promovida nas guerras oportunidades para a obtenção de lucros. O chanceler brasileiro encontra-se na França, onde participou como convidado da reunião entre ministros no G7 – grupo formado pelas sete maiores economias do planeta.

Em entrevista nesta sexta-feira (27) ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, Vieira defendeu, como forma de evitar situações como a atual, em que conflitos locais tenham efeitos negativos globais, a "construção e preservação de mecanismos e cooperação e convivência entre os países”.

O chanceler argumentou que os conflitos de hoje são diferentes daqueles ocorridos durante as grandes guerras mundiais.

“Elas [as guerras atuais] se fracionam e se manifestam em várias formas e modelos diferentes, como vimos em Gaza, na Cisjordânia e na Ucrânia”, disse o ministro.

Lucros com a guerra

Nesse cenário, acrescentou, “há países que querem aproveitar a destruição para obter lucros financeiros”, o que, segundo ele, causou grave impacto na economia mundial globalizada.

A posição brasileira com relação a esses conflitos já é bastante conhecida: construir e preservar mecanismos de cooperação e convivência entre os países, bem como preparar mecanismos que promovam o entendimento e a prevenção dos conflitos.

“Este é também um dos papéis importantes que as Nações Unidas têm entre seus encargos, assim como os de manter a paz e a segurança internacional”, acrescentou.

Mauro Vieira reiterou que o Brasil procura se manter em uma posição de equidistância, propondo negociações, na busca por uma razão que leve as partes a saírem da guerra. E, dessa forma, “salvar as vidas de civis e militares; e as infraestruturas econômicas que estão sendo destruídas na região”.

Resumo da Notícia

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, criticou a exploração financeira decorrente dos conflitos armados durante sua participação na reunião do G7 na França. Ele ressaltou que as guerras atuais são multifacetadas e ocorrem em diversas regiões, como Gaza, Cisjordânia e Ucrânia, causando impactos econômicos globais. Vieira enfatizou a importância de fortalecer mecanismos de cooperação entre os países para prevenir e resolver crises, destacando o papel fundamental das Nações Unidas na manutenção da paz. O chanceler brasileiro reafirmou a postura de neutralidade do Brasil, buscando sempre promover o diálogo e a negociação para preservar vidas e proteger as infraestruturas afetadas pelos confrontos.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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