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Lula reafirma apoio a Bachelet para liderar a ONU em 2027

Presidente brasileiro defende candidatura da ex-presidente chilena como marco para liderança feminina na ONU

Impacto da Candidatura de Bachelet

A candidatura de Michelle Bachelet para a liderança da ONU representa uma potencial mudança significativa na governança global, com destaque para a maior presença feminina em cargos de alta relevância internacional. O apoio contínuo de países como Brasil e México reforça o compromisso com o fortalecimento do multilateralismo e a promoção de agendas essenciais, como os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, influenciando diretamente as políticas globais que afetam diversas populações.
Brasília - A secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU) e diretora executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, durante encontro com a bancada feminina do Congresso Nacional e mulheres líderes da sociedade civil, na sede da
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, neste sábado (28), o apoio do Brasil à candidatura da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Para Lula, após oito décadas de criação, é hora de a ONU, “finalmente”, ser comandada por uma mulher.

No início de fevereiro, a candidatura de Bachelet foi apresentada, conjuntamente, pelos governos do Chile, do Brasil e do México. Na última terça-feira (24), entretanto, o Chile retirou seu apoio.

“Chegamos à conclusão de que o contexto desta eleição, a dispersão das candidaturas de países latino-americanos e as divergências com alguns dos atores relevantes que moldam este processo tornam esta candidatura e seu eventual sucesso inviáveis”, explicou o governo chileno em comunicado.

Bachelet, de centro-esquerda, tinha sido indicada durante a gestão do ex-presidente Gabriel Boric, que é de esquerda. Agora, sob o comando de José Antonio Kast, um político de extrema direita, o Chile voltou atrás na indicação.

Ainda assim, de acordo com o comunicado, caso Bachelet decida prosseguir com sua candidatura, o Chile se absterá de apoiar qualquer outro candidato neste processo eleitoral, “considerando o histórico da ex-presidente”.

Assim como o Brasil, o México, liderado pela presidenta Claudia Sheinbaum, mantém o apoio à Bachelet.

Lula, em publicação nas redes sociais neste sábado, defendeu que a ex-presidente chilena tem “todas as credenciais” para ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU, “promovendo a paz, fortalecendo o multilateralismo e recolocando o tema do desenvolvimento sustentável no centro da agenda internacional”.

“O Brasil continuará a apoiar, em conjunto com o México, a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de Secretária-Geral da ONU. Bachelet é altamente qualificada, com o melhor currículo para a função, tendo sido duas vezes presidenta de seu país, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos e Diretora Executiva da ONU Mulheres”, escreveu Lula.

Atualmente, o português António Guterres comanda o secretariado das Nações Unidas. Ele foi reeleito em 2021 para um segundo mandato de cinco anos (2022-2026), após iniciar a gestão em janeiro de 2017. O novo secretário-geral assume o cargo em 1º de janeiro de 2027.

Resumo da Notícia

O presidente Lula reiterou o respaldo do Brasil à candidatura de Michelle Bachelet para assumir a chefia da ONU em 2027, destacando a importância de uma mulher à frente da organização após oito décadas. Apesar do Chile ter retirado oficialmente seu apoio devido a divergências políticas internas e à dispersão das candidaturas latino-americanas, Brasil e México continuam firmes no compromisso. Lula destacou a experiência e o histórico de Bachelet, que já foi presidenta do Chile e ocupou cargos importantes na ONU, como Alta Comissária para os Direitos Humanos e Diretora da ONU Mulheres. A eleição do novo secretário-geral ocorrerá após o término do mandato atual de António Guterres, em janeiro de 2027, e a candidatura de Bachelet simboliza um esforço para fortalecer o multilateralismo e a agenda do desenvolvimento sustentável no organismo internacional.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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