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Lula cobra ONU sobre guerra no Irã e anuncia candidatura em 2026

Presidente critica membros do Conselho de Segurança da ONU e destaca escândalo do Banco Master em discurso em São Bernardo

Impactos Políticos e Sociais

As declarações destacam tensões globais e críticas ao uso de recursos públicos, influenciando debates sobre prioridades governamentais. A confirmação das candidaturas sinaliza movimentações importantes no cenário político nacional, que podem afetar políticas públicas e a estabilidade econômica. A responsabilização de gestões anteriores em casos financeiros reforça a expectativa por maior transparência e fiscalização, aspectos essenciais para a confiança da população nas instituições.
Brasília (DF), 16/03/2026 - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, recebe o presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, Rodrigo Paz, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou na noite desta quinta-feira (19) os cinco países que fazem parte do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). As declarações envolvem a preocupação do presidente com a guerra no Irã. 

Segundo Lula, Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França deveriam zelar pela paz no mundo, mas estão fazendo guerra.

“O Conselho de Segurança foi feito para ter responsabilidade e manter a segurança no mundo. Pois são os cinco [países membros] que estão fazendo guerra. São os cinco. Eles produzem mais armas, vendem mais armas”, disse.

“Quem paga o preço das guerras? Os pobres. O ano passado gastaram 2 trilhões e 700 bilhões de dólares em armas. Quanto gastaram em comida? Quanto gastaram em educação? Quanto gastaram para acabar com as pessoas que estão refugiadas, vítimas de guerras insanas?”, acrescentou.

As declarações de Lula ocorreram em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), onde anunciou que concorrerá à presidência da República em 2026 e Fernando Haddad será candidato ao governo paulista. O presidente disse ainda que gostaria de contar com o vice-presidente Geraldo Alckmin novamente na chapa, na mesma função. 

Banco Master

Lula destacou em seu discurso que as “falcatruas” do Banco Master ocorreram após a aprovação da instituição financeira no Banco Central na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Vira e mexe, eles tão tentando empurrar para as costas do PT e do governo o [caso do] Banco Master. Esse Banco Master é obra, é ovo da serpente, do Bolsonaro e do Roberto Campos, ex-presidente do Banco Central. E nós não deixaremos pedra sobre pedra para apurar tudo que fizeram dando um golpe de R$ 50 bilhões neste país. E, se a gente não tomar cuidado, vão tentar dizer que fomos nós”.

De acordo com Lula, no começo de 2019, o ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfajn negou o reconhecimento do Banco Master.

“Quem reconheceu, em setembro de 2019, foi o Roberto Campos [ex-presidente do BC na gestão Bolsonaro]. E todas as falcatruas foram feitas [nesse período]”.

Resumo da Notícia

Em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU por fomentarem conflitos, especialmente na guerra do Irã. Lula ressaltou que esses países gastam trilhões em armamentos, enquanto as necessidades básicas da população, como alimentação e educação, são negligenciadas. Além disso, o presidente confirmou sua candidatura à presidência em 2026 e anunciou Fernando Haddad como candidato ao governo de São Paulo. Lula também abordou o caso do Banco Master, responsabilizando a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro pelas irregularidades financeiras e prometendo rigor na apuração dos fatos.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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