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Crédito da imagem: © Joédson Alves/Agência Brasil

Lei exige pedido da mulher para audiência de retratação em violência

Nova norma determina que audiências de retratação só ocorrem com manifestação expressa da vítima

Mais proteção para vítimas

A nova lei fortalece a autonomia das mulheres no sistema judicial, garantindo que decisões sobre audiências e desistências sejam tomadas diretamente por elas, sem interferências externas. Essa medida contribui para um ambiente processual mais seguro e respeitoso, promovendo maior confiança das vítimas na busca por justiça e proteção contra a violência.
Brasília (DF) 11/02/2025 – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assinou, nesta terça-feira (11), acordo de cooperação com a plataforma de entregas iFood para combater a violência contra a mulher.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
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A partir desta terça-feira (7), audiências de retratação, em casos de violência contra a mulher, só ocorrerão a pedido da vítima, mediante manifestação expressa. 

Além disso, manifestações de desistência da queixa por parte da mulher só devem ocorrer diante do juiz, de forma escrita ou oral, antes de o magistrado receber a denúncia.

A Lei 15.380/2026 está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União e altera a Lei Marinha da Penha para tratar desses dois pontos.

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Tramitação

O Projeto de Lei 3.112/2023, de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), originou as alterações. Depois de passar pela Câmara, o texto foi aprovado pelo Senado no dia 10 de março, em meio às discussões do Mês da Mulher promovidas no Legislativo.
 

Resumo da Notícia

Entrou em vigor a Lei 15.380/2026, que estabelece que audiências de retratação em casos de violência contra a mulher só serão realizadas mediante solicitação expressa da própria vítima. Além disso, desistências da queixa devem ser feitas diretamente ao juiz, de forma escrita ou oral, antes do recebimento da denúncia. A mudança visa reforçar a proteção e autonomia das mulheres no processo judicial, evitando pressões externas. A legislação, resultado do Projeto de Lei 3.112/2023, foi aprovada no Congresso durante o Mês da Mulher e altera a Lei Maria da Penha para garantir maior segurança jurídica às vítimas.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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