Laudo do IML revela lesões em policial baleada em São Paulo

Exame detalhado aponta marcas de pressão e arranhões na vítima encontrada com ferimento de arma de fogo

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Laudo do IML revela lesões em policial baleada em São Paulo
Crédito da imagem: © Gisele Alves Santana/ Instagram

Impacto na investigação criminal

A confirmação das lesões e da causa da morte reforça a necessidade de aprofundar as investigações para esclarecer as circunstâncias do caso. Esse avanço pode influenciar procedimentos policiais e judiciais, além de destacar a importância de perícias detalhadas para garantir a transparência e a justiça nos processos envolvendo mortes suspeitas.
Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/instagram
© Gisele Alves Santana/ Instagram

Laudo necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana apontou lesões contundentes na face e na região cervical da vítima.

Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha. O laudo tem data do último sábado (7), um dia depois da exumação do corpo da PM.

No laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, no dia seguinte à morte de Gisele, já havia menção a lesões na face e no pescoço, na lateral direita.

Na ocasião, o médico legista havia descrito “estigmas digitais”, ou seja, lesões equimóticas, formato arredondado e compatíveis com pressão digital. Já em relação ao “estigma ungueal”, causado por unha, a descrição indicava lesão superficial em formato meia-lua.

Ambos os laudos apontam que a morte decorreu de traumatismo cranioencefálico grave por disparo de projétil de arma de fogo.

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que “a autoridade policial aguarda os laudos referentes à reconstituição e exumação do corpo da vítima”. A pasta acrescentou que detalhes serão preservados, devido ao sigilo judicial imposto.

A policial militar foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Ele estava no local e reportou o caso às autoridades como suicídio.

Resumo da notícia
O Instituto Médico Legal (IML) divulgou laudo necroscópico após a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana, que identificou lesões contundentes na face e no pescoço da vítima, compatíveis com pressão digital e arranhões causados por unhas. Os documentos confirmam que a causa da morte foi traumatismo craniano decorrente de disparo de arma de fogo. O caso, inicialmente registrado como suicídio pelo marido da policial, segue sob investigação, com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo aguardando novos laudos para avançar nas apurações, mantendo detalhes sob sigilo judicial.
Resumo editorial produzido com apoio de inteligência artificial.