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Irã rejeita negociações de EUA enquanto ataques aéreos continuam

Conflito entre Irã e Israel persiste, com Teerã negando diálogo apesar de proposta americana

Impactos do conflito no Oriente Médio

A continuidade do conflito entre Irã e Israel, sem perspectivas de negociação imediata, mantém a instabilidade na região, afetando diretamente o mercado global de energia e provocando volatilidade financeira. A escalada das hostilidades aumenta os riscos geopolíticos, influenciando a segurança regional e a economia mundial, além de gerar preocupações sobre a ampliação do confronto para países vizinhos e aliados internacionais.
TEL AVIV, ISRAEL - JUNE 17: Iran's ongoing retaliatory attacks with ballistic missiles towards Israel are seen from Tel Aviv, Israel on June 17, 2025. Iran has resumed ballistic missile operations in response to Israeli attacks. Mostafa Alkharouf / AnadoluNo Use USA No use UK No use Canada No use France No use Japan No use Italy No use Australia No use Spain No use Belgium No use Korea No use South Africa No use Hong Kong No use New Zealand No use Turkey
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Israel e Irã trocaram ataques aéreos nesta quarta-feira (25), enquanto as Forças Armadas iranianas rejeitaram afirmação do presidente Donald Trump de que os Estados Unidos (EUA) estão negociando para pôr fim à guerra que tem abalado os mercados financeiros e de energia. Para o Irã, os EUA estão negociando consigo mesmos.

A rejeição das negociações pelo comando unificado das Forças Armadas do Irã, que é dominado pela Guarda Revolucionária, ocorre em meio a relatos de que os EUA enviaram a Teerã um plano de 15 pontos para discussão.

"O nível de luta interna chegou ao ponto de você (Trump) negociar consigo mesmo?", disse o principal porta-voz do comando militar conjunto do Irã, Ebrahim Zolfaqari, na TV estatal iraniana.

"Pessoas como nós nunca podem se dar bem com pessoas como você."

"Como sempre dissemos, ninguém como nós fará um acordo com você. Não agora. Nunca mais", completou.

A liderança do Irã já havia dito que não poderia negociar com os EUA, pois Washington atacou o país duas vezes durante negociações de alto nível nos últimos dois anos.

O Irã teve uma "experiência muito ruim com a diplomacia norte-americana", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, ao India Today na terça-feira. Não houve diálogo ou negociações com Washington, já que as Forças Armadas do Irã estão concentradas na defesa do país, acrescentou.

Após quatro semanas de guerra que matou milhares de pessoas, criou o pior choque energético da história e provocou temores de inflação global, não houve trégua nos ataques aéreos do Irã e de Israel nesta quarta-feira.

Os militares israelenses disseram em uma postagem no Telegram que haviam lançado uma onda de ataques contra a infraestrutura em Teerã. Mais tarde, disseram que sua força aérea atingiu dois locais de produção de mísseis de cruzeiro navais em Teerã.

A agência de notícias iraniana semioficial SNN informou que os ataques atingiram uma área residencial na cidade, e equipes de resgate vasculhavam os escombros.

Kuwait e Arábia Saudita disseram ter repelido novos ataques de drones, sem especificar sua origem. Os drones atacaram um tanque de combustível no Aeroporto Internacional do Kuwait, causando um incêndio, mas sem vítimas, informou a Autoridade de Aviação Civil do Kuwait.

A Guarda Revolucionária do Irã disse que lançou nova onda de ataques contra locais em Israel, incluindo Tel Aviv e Kiryat Shmona, bem como bases dos EUA no Kuwait, Jordânia e Barhein, informou a mídia estatal iraniana.

Trump afirmou a repórteres na Casa Branca que os EUA estavam em "negociações" com "as pessoas certas" no Irã para pôr fim à guerra, acrescentando que os iranianos desejavam muito chegar a um acordo.

As ações subiram e os preços do petróleo caíram hoje com relatos de que os EUA estão buscando um cessar-fogo de um mês e enviaram um plano de 15 pontos ao Irã para discussão, aumentando as esperanças de uma retomada das exportações de petróleo do Golfo Pérsico.

O jornal The New York Times informou que Washington enviou ao Irã um plano de 15 pontos para pôr fim à guerra no Oriente Médio. O Canal 12 de Israel, citando três fontes, afirmou que os EUA buscam um cessar-fogo de um mês para discutir o plano de 15 pontos.

Uma fonte familiarizada com o assunto confirmou que os EUA enviaram um plano ao Irã, mas não forneceu mais detalhes.

Resumo da Notícia

O Irã rejeitou categoricamente as afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre negociações para encerrar o conflito com Israel, que já dura quatro semanas e tem causado graves impactos globais no mercado de energia. O comando militar iraniano, dominado pela Guarda Revolucionária, declarou que não há possibilidade de acordo com os Estados Unidos, acusando Washington de ataques anteriores durante tentativas diplomáticas. Enquanto isso, os confrontos aéreos continuam intensos, com ataques israelenses atingindo instalações em Teerã e ações iranianas contra alvos em Israel e bases americanas na região. Apesar da negativa iraniana, os EUA teriam enviado um plano de 15 pontos visando um cessar-fogo temporário, gerando oscilações nos mercados financeiros. A situação permanece tensa, com múltiplos países do Golfo também relatando ataques por drones, evidenciando a escalada da crise no Oriente Médio.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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