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Governo intensifica fiscalização para conter abusos em postos de combustíveis

Ações visam coibir aumentos injustificados e práticas ilegais em combustíveis durante crise global

Fiscalização contra preços abusivos

O reforço na fiscalização de combustíveis protege os consumidores ao coibir práticas ilegais que podem elevar preços de forma injustificada, especialmente em um cenário global instável. Essa ação contribui para a estabilidade do mercado, evitando impactos econômicos negativos e garantindo maior transparência e concorrência no setor, beneficiando a população e a economia como um todo.
Rio de janeiro (RJ), 20/03/2026 - Ministério da Justiça realiza ações de fiscalização em postos de combustíveis. Frame: Rodolpho Rodrigues/TV Brasil
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O governo federal aumentou a fiscalização sobre postos e distribuidoras de combustíveis para verificar o aumento abusivo de preço aos consumidores e a formação de cartéis em meio ao conflito provocado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Desde 9 de março, a fiscalização feita por meio da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e dos Procons estaduais e municipais percorreu 179 municípios em 25 estados e visitou 1.180 postos – de um universo de 41 mil postos.

Mais de 900 notificações foram aplicadas ao mercado de combustíveis, sendo 125 feitas a empresas distribuidoras.

Segundo o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) já notificou empresas que correspondem a 70% do mercado de distribuição de combustíveis.

No total, 36 multas e interdições foram aplicadas a distribuidoras e postos.

“Esse ambiente de guerra de excepcionalidade não justifica práticas abusivas que estão sendo constatadas”, disse o ministro se referindo ao conflito no Oriente Médio e à elevação de preço nas bombas de diesel e gasolina.

O preço do barril de petróleo chegou ao pico de US$ 120 e momentos de maior volatilidade e há análises de mercado que não descartam elevações superiores, especialmente por causa da dificuldade de transporte do petróleo no Estreito de Omuz, por onde é comercializada cerca de 25% do volume global da mercadoria.

Lima e Silva também informou que foi assinada uma portaria criando uma força-tarefa para o monitoramento e a fiscalização dos mercados combustíveis “unindo e agregando” o trabalho da Senacon, da Polícia Federal e da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Segundo ele, a portaria que será publicada no Diário Oficial da União também serve como “reforço normativo” para que outros órgãos dos estados e dos municípios possam participar “com o lastro institucional adequado” no combate ao aumento de preços nas distribuidoras e bombas, formação de cartel de postos e de crimes contra a economia popular.

Resumo da Notícia

O governo federal reforçou a fiscalização em postos e distribuidoras de combustíveis para impedir preços abusivos e formação de cartéis, especialmente diante da instabilidade causada pelo conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã. Desde março, órgãos como a ANP e Procons percorreram 179 cidades em 25 estados, visitando mais de mil estabelecimentos e aplicando notificações e multas a empresas que dominam grande parte do mercado. Uma força-tarefa foi criada para intensificar o monitoramento, integrando Senacon, Polícia Federal e Secretaria Nacional de Segurança Pública, ampliando a participação de órgãos estaduais e municipais. O objetivo é proteger os consumidores contra elevações indevidas, mesmo com a alta do preço do petróleo e desafios logísticos globais, garantindo a estabilidade do setor e combatendo crimes econômicos.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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