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EUA negam impacto de mísseis iranianos no porta-aviões Abraham Lincoln

Porta-aviões americano continua operações no Oriente Médio apesar das alegações de ataque do Irã

Tensão militar no Oriente Médio

A continuidade das operações do porta-aviões americano reforça a presença militar dos EUA na região, influenciando a estabilidade geopolítica local. O aumento das hostilidades e a mudança na liderança iraniana podem afetar a segurança regional, o comércio internacional e a dinâmica diplomática entre países envolvidos e aliados.
The U.S. Navy's Nimitz-class aircraft carrier USS Abraham Lincoln and Arleigh Burke-class guided-missile destroyer USS Frank E. Petersen Jr. sail during a photo exercise in the Arabian Sea, February 6, 2026.  U.S. Navy/Mass Communication Specialist 1st Class Jesse Monford/Handout via REUTERS THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY
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Os Estados Unidos negaram neste domingo (1°) que o porta-aviões USS Abraham Lincoln tenha sido atingido por mísseis do Irã. O navio foi enviado para a costa do Oriente Médio, para reforçar os ataques contra o país persa, iniciados no último sábado (28). Os bombardeios seguem na região

Segundo o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã, quatro mísseis balísticos foram lançados contra a embarcação neste domingo e teriam atingido o porta-aviões. 

Responsável por operações militares na Ásia Central e no Oriente Médio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) publicou imagens de caças decolando do navio em suas redes sociais e afirmou que os mísseis "não chegaram nem perto".

"O Lincoln continua lançando aeronaves em apoio à campanha incansável do Centcom para defender o povo americano, eliminando ameaças do regime iraniano", diz texto divulgado nas redes sociais.

O Centcom também informou que três militares do país morreram e cinco tiveram ferimentos graves durante os ataques ao Irã. "Vários outros" se feriram sem gravidade e devem retornar ao conflito.

Guerra

Estados Unidos e Israel bombardearam diversos alvos em território iraniano, causando centenas de mortes, incluindo autoridades do país. Entre os mortos está o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei. 

Também neste domingo (1º), foi anunciada a formação de um órgão colegiado para substituir Khamenei. Segundo informou o jornal estatal Tehran Times, o conselho é composto pelos chefes do Executivo, presidente Masoud Pezeshkian; do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejeie; e do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.

Resumo da Notícia

Os Estados Unidos rejeitaram relatos de que o porta-aviões USS Abraham Lincoln teria sido atingido por mísseis lançados pelo Irã, reafirmando que o navio segue ativo em missões militares na região do Oriente Médio. O Comando Central norte-americano divulgou imagens que mostram caças decolando da embarcação e destacou que os projéteis não chegaram a atingi-la. Os confrontos entre EUA e Irã continuam intensos, com bombardeios realizados pelos americanos em território iraniano, que resultaram em baixas significativas, incluindo a morte do líder supremo Ali Khamenei. Em resposta à morte do aiatolá, o Irã formou um órgão colegiado para assumir a liderança do país, integrando os chefes dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. A tensão na região permanece elevada, com vítimas e feridos em ambos os lados do conflito.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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