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Dólar cai para R$ 5,17 e bolsa registra alta com sinais de trégua no Oriente Médio

Mercado financeiro reage positivamente a indícios de amenização do conflito, com dólar em baixa e Ibovespa em alta

Impactos da queda do dólar e alta na bolsa

A redução do dólar frente ao real e a valorização da bolsa refletem maior confiança dos investidores em um cenário de possível trégua no conflito no Oriente Médio. Isso pode favorecer a entrada de capital estrangeiro, estimular investimentos e reduzir custos de importação, beneficiando a economia doméstica. Contudo, a volatilidade permanece, exigindo atenção às oscilações que podem afetar preços, mercados financeiros e decisões empresariais.
Dólar
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O dólar recuou para abaixo de R$ 5,20, e a bolsa brasileira avançou nesta terça-feira (31), em meio ao aumento do apetite global por risco diante de sinais de possível desescalada da guerra no Oriente Médio. Investidores reagiram a declarações do presidente estadunidense, Donald Trump, e do Irã, Masoud Pezeshkian, que indicam abertura para encerrar o conflito, o que aliviou a tensão nos mercados.

O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,179, com queda de R$ 0,069 (-1,31%). A cotação iniciou o dia em leve baixa, mas ampliou a queda no meio da tarde, após as notícias de distensionamento na guerra no Oriente Médio.

A cotação está no menor nível desde 11 de março, quando tinha fechado em R$ 5,15. Apesar do impacto do conflito, o dólar subiu apenas 0,87% no mês. No primeiro trimestre do ano, registra queda de 5,65%, o que garantiu ao real o melhor desempenho entre as principais moedas em 2026.

Bolsa

O Ibovespa acompanhou o cenário externo positivo e fechou em alta de 2,71%, aos 187.462 pontos, impulsionado pela recuperação das bolsas nos Estados Unidos.

Apesar do avanço no dia, o índice acumulou queda de 0,70% em março, pressionado pela aversão global ao risco ao longo do mês. No trimestre, porém, o desempenho foi expressivo: alta de 16,35%, a melhor para o período desde 2020.

O fluxo de capital estrangeiro e a expectativa de alívio no conflito ajudaram a sustentar o desempenho positivo, embora analistas alertem que o cenário ainda é sensível a novas escaladas militares.

Petróleo

Os preços do petróleo oscilaram ao longo do dia, refletindo a mesma expectativa de trégua no conflito. O barril do tipo Brent para junho caiu cerca de 3% para US$ 103,97, após reportagens de veículos estadunidenses informarem que o Irã estaria disposto a encerrar a guerra sob determinadas condições.

Mesmo com a recente queda, o petróleo fechou março com valorização de cerca de 40%, impulsionado por riscos à oferta global, especialmente devido às tensões no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto da produção mundial.

*com informações da Reuters

Resumo da Notícia

O dólar recuou para R$ 5,17, marcando seu menor valor desde março, enquanto a bolsa brasileira avançou 2,71%, impulsionada pela expectativa de redução das tensões na guerra no Oriente Médio. Declarações do presidente dos EUA e do Irã indicam possíveis negociações para encerrar o conflito, o que aumentou o apetite global por ativos de risco. Apesar da volatilidade, o real mantém desempenho positivo no ano. O índice Ibovespa, influenciado pela recuperação das bolsas americanas e pelo ingresso de capital estrangeiro, acumulou alta expressiva no trimestre. No mercado de petróleo, o preço do barril Brent caiu cerca de 3%, refletindo a possibilidade de trégua, mas ainda preservou alta significativa no mês devido a riscos na oferta global. Analistas destacam que o cenário permanece sensível a novas escaladas, mantendo atenção dos investidores.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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