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Crédito da imagem: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Coletânea de poesias hip hop combate o feminicídio no Brasil

Artistas podem enviar poemas até 23 de maio para publicação que visa enfrentar a violência contra a mulher

Hip Hop contra o Feminicídio

A iniciativa fortalece a mobilização social ao usar a arte do hip hop para combater o machismo e a violência contra mulheres, ampliando a conscientização pública. Ao valorizar vozes diversas e oferecer apoio psicológico, o projeto promove inclusão e empoderamento, contribuindo para a transformação cultural e o enfrentamento das desigualdades de gênero.
Brasília, São Sebastião (DF), 10.08.2023 - Ato contra o feminicídio no Distrito Federal na cidade satélite de São Sebastião (DF). Somente no primeiro semestre deste ano (janeiro a junho), foram assassinadas 18 mulheres no DF. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Poesias inéditas que protestem contra o machismo e abordem a conscientização no enfrentamento à violência contra a mulher podem ser enviadas por artistas de todo o Brasil para o livro coletivo Hip-Hop pelo Fim do Feminicídio.

As inscrições estão abertas até o dia 23Serão selecionados 50 textos que serão publicados no livro a ser lançado no dia 30 de maio.

De acordo com a educadora popular Eulla Yaá, uma das organizadoras da iniciativa, a circulação da publicação será nacional. A ideia, segundo ela, é motivar as linguagens e potências do hip hop como forma de denúncia, resistência e valorização da vida das mulheres.

Eulla ressaltou que podem participar pessoas de todas as idades e terão prioridade na publicação os trabalhos de mulheres cis, trans e travestis. A iniciativa é do Instituto Periferia Livre em parceria com o Instituto transforma, Núcleo de Estudos, Organização e Difusão do Conhecimento em Literatura Marginal (Neolim) e a Frente Nacional de Mulheres no Hip- Hop DF.

“Cada pessoa pode enviar uma poesia de autoria própria e sem uso de inteligência artificial”, disse a organizadora. Ela defendeu que a arte também é uma forma de luta contra o feminicídio, com significado de prevenção e de conscientização. As inscrições devem ser feitas pelo formulário online, onde também é feito o envio do poema.

Segundo as entidades, a coletânea pretende reunir produções artísticas que contemplem estéticas, linguagens e potências do hip hop como ferramenta de denúncia, resistência e enfrentamento às violências de gênero.

O Instituto Periferia Livre, que também é responsável pela Casa da Mulher no Hip Hop do Distrito Federal, oferece cursos e oficinas profissionalizantes, além de apoio psicológico e orientação jurídica. O livro faz parte desse trabalho de sensibilização.

Resumo da Notícia

Uma iniciativa nacional convida artistas do hip hop a enviarem poemas inéditos que denunciam o machismo e a violência contra mulheres. O projeto selecionará 50 textos para compor o livro coletivo 'Hip-Hop pelo Fim do Feminicídio', com lançamento previsto para o final de maio. A ação, promovida pelo Instituto Periferia Livre e parceiros, destaca a arte como ferramenta de resistência e conscientização, priorizando obras de mulheres cis, trans e travestis. As inscrições são gratuitas e abertas a todas as idades, com envio via formulário online. Além do livro, o Instituto oferece cursos e apoio psicológico, fortalecendo o combate às violências de gênero por meio da cultura e do hip hop.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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