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CMN revisa regras do Eco Invest para fortalecer projetos sustentáveis

Alterações visam ampliar investimentos e qualificar iniciativas verdes no Brasil, com foco em bioeconomia.

Avanço no financiamento ecológico

A atualização da Linha Eco Invest Brasil fortalece o apoio a projetos ambientais ao exigir que bancos invistam em capacitação e inovação, reduzindo a dependência de recursos públicos. Isso pode acelerar o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e aumentar a atratividade para investidores privados, contribuindo para a transição ecológica e o crescimento de setores estratégicos como a bioeconomia.
São Paulo (SP), 13/09/2024 - Poluição e qualidade do ar ruim na cidade de São Paulo, vista desde o Rio Tietê.

Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
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O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (24) alterações nas regras da Linha Eco Invest Brasil, com o objetivo de fortalecer a estruturação de projetos sustentáveis e ampliar os investimentos na transição ecológica.

A medida modifica a resolução que regulamenta o programa e permite ao Ministério da Fazenda exigir contrapartidas das instituições financeiras interessadas em acessar os recursos da linha.

Pelas novas regras, bancos credenciados poderão ser obrigados a investir recursos próprios em ações de capacitação, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e estruturação de projetos. Essas iniciativas não envolvem uso de recursos públicos nem aumentam custos ao Tesouro Nacional.

Segundo o governo, a mudança busca enfrentar um dos principais entraves aos investimentos verdes no país: a baixa maturidade técnica e financeira de projetos considerados elegíveis. A expectativa é que a medida aumente a qualidade da carteira de projetos e estimule a participação do capital privado.

A iniciativa também mira setores estratégicos, como a bioeconomia, que exige maior apoio na fase inicial de desenvolvimento, especialmente na modelagem econômico-financeira e na organização produtiva.

Programa

O programa Eco Invest Brasil é coordenado pelo Ministério da Fazenda em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e integra a estratégia do governo para financiar ações de mitigação de emissões e adaptação às mudanças climáticas.

A iniciativa, que mobiliza capital privado para projetos sustentáveis, encerrou 2025 com R$ 75 bilhões em capitais levantados, dos quais R$ 14 bi resultaram em financiamentos concedidos.

Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também tem a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet.

Resumo da Notícia

O Conselho Monetário Nacional (CMN) atualizou a regulamentação da Linha Eco Invest Brasil para impulsionar projetos ecológicos e incentivar o capital privado. A mudança permite que o Ministério da Fazenda exija que instituições financeiras invistam recursos próprios em capacitação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, sem impactar os cofres públicos. O objetivo é superar a baixa maturidade técnica e financeira dos projetos elegíveis, elevando sua qualidade e atraindo mais investimentos. A iniciativa, que já mobilizou R$ 75 bilhões, é uma parceria entre os ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente, focando em setores estratégicos como a bioeconomia, que requer suporte na fase inicial. O CMN, presidido pelo ministro Dario Durigan, inclui representantes do Banco Central e do Planejamento, reforçando o compromisso do governo com a transição ecológica.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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