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Cláudio Castro deixa governo do Rio para concorrer ao Senado

Governador renuncia ao cargo e deixa comando interino para o presidente do TJ do Rio

Impactos da renúncia no RJ

A renúncia do governador do Rio de Janeiro desencadeia uma série de mudanças na administração estadual, com a necessidade de eleição indireta para um governo interino. Essa transição pode afetar a estabilidade política e a continuidade das políticas públicas, além de influenciar o calendário eleitoral local, impactando diretamente a população e o funcionamento dos órgãos públicos.
Rio de Janeiro (RJ) 24/10/2024 - O governador do Rio, Cláudio Castro, fala à imprensa com os secretários de Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, de Polícia Civil, Felipe Curi, e de Segurança Pública, Victor dos Santos, após a morte de três pessoas baleadas na Avenida Brasil, próximo do Complexo de Israel, onde acontecia uma operação da Polícia Militar, na Zona Norte. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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O governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao comando do Executivo fluminense. Ele pretende concorrer como pré-candidato a uma vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro.

Ele se despediu do governo fluminense em cerimônia nessa segunda-feira (23) que teve a presença de aliados, no Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

“Encerro o meu tempo à frente do governo do Estado de cabeça erguida e de forma grata.”

Ele foi reeleito no primeiro turno das eleições de 2022, com 4,9 milhões de votos.

A saída ocorre na véspera da retomada do caso da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação e Servidores Públicos do RJ (Ceperj) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Julgamento

O tribunal retoma nesta terça-feira (24), o julgamento do processo que pede a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022. 

Em novembro passado, a relatora do caso, ministra Maria Isabel Galotti, votou pela cassação de Castro, mas a análise do caso foi suspensa por um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, que será o próximo a votar.

Se o entendimento da relatora for mantido, Castro poderá ficar inelegível por oito anos, e novas eleições para o governo do estado devem ser convocadas.

Eleição

Com a saída do vice-governador, Thiago Pampolha, que assumiu um cargo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em 2025 e com o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, afastado das funções, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, assume interinamente o governo.

Pela legislação, ele deverá organizar em dois dias, uma eleição indireta para que os 70 deputados estaduais escolham em 30 dias um indicado para comandar o governo durante um mandato-tampão, até a escolha do próximo governador nas eleições majoritárias em outubro.

Resumo da Notícia

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciou sua renúncia ao cargo para disputar uma vaga ao Senado nas próximas eleições. Em cerimônia realizada no Palácio Guanabara, ele se despediu afirmando sair do governo com a cabeça erguida. A decisão ocorre às vésperas da retomada no Tribunal Superior Eleitoral de um processo que pode cassar seu mandato por suposto abuso de poder político e econômico na campanha de 2022. Caso a cassação seja confirmada, Castro poderá ficar inelegível por oito anos, e novas eleições estaduais serão convocadas. Com a saída do vice-governador e o afastamento do presidente da Assembleia Legislativa, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio assume interinamente o governo, devendo organizar eleição indireta para escolher um governador interino até outubro.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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