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Crédito da imagem: © Gisele Alves Santana/ Instagram

Caso de PM baleada é encaminhado para Vara de Feminicídio em SP

Investigação sobre morte da policial Gisele Alves Santana avança com apuração detalhada e laudos complementares

Avanço na investigação criminal

A reclassificação do caso para investigação na Vara do Júri evidencia a seriedade com que o sistema de justiça trata possíveis crimes contra a vida, especialmente envolvendo policiais. Essa mudança pode influenciar diretamente na apuração detalhada dos fatos e na responsabilização adequada, reforçando a importância de procedimentos rigorosos para garantir segurança e justiça à população.
Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/instagram
© Gisele Alves Santana/ Instagram

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. 

Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio.

Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto.

Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito.

“A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, com acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar”, disse a SSP, em nota atualizada nesta quarta-feira (11).

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Laudo necroscópico

Laudo necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana apontou lesões contundentes na face e na região cervical.

Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha. O laudo tem data do último sábado (7), um dia depois da exumação do corpo da vítima.

No primeiro laudo necroscópico, do dia 19 de fevereiro, dia seguinte à morte de Gisele, já havia menção a lesões na face e no pescoço na lateral direita.

 

Resumo da Notícia

O Tribunal de Justiça de São Paulo direcionou o inquérito da morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital, especializada em crimes dolosos contra a vida, incluindo feminicídio. Inicialmente tratado como suicídio, o caso foi reclassificado para morte suspeita após investigação apontar lesões na face e pescoço da vítima, indicativas de agressão. O Instituto Médico Legal, após exumação, confirmou marcas compatíveis com pressão digital e arranhões na região cervical. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o inquérito segue sob sigilo e com acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar, aguardando laudos complementares que podem alterar a tipificação do crime. O marido da vítima, que estava presente no momento do ocorrido, permanece como parte das investigações para esclarecer os fatos.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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