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Câncer de cabeça e pescoço é o terceiro mais comum no Brasil, alerta especialista

Doença afeta principalmente homens e tem diagnóstico tardio em 80% dos casos, dificultando tratamento eficaz

Câncer de cabeça e pescoço é o terceiro mais comum no Brasil, alerta especialista

Com 80% dos casos diagnosticados tardiamente, o câncer de cabeça e pescoço representa um desafio para a saúde pública. Conhecer os sinais de alerta e evitar fatores de risco são passos essenciais para melhorar o prognóstico e a qualidade de vida dos pacientes.

O câncer de cabeça e pescoço é responsável por uma alta incidência no Brasil, figurando como o terceiro tipo de câncer mais comum no país. A doença atinge majoritariamente homens e envolve o desenvolvimento de tumores em regiões como a laringe, faringe e tireoide. Recentemente, o diagnóstico do narrador esportivo Luis Roberto trouxe visibilidade ao tema e reforçou a necessidade de alertas sobre a enfermidade.

A neoplasia, termo utilizado para descrever o crescimento anormal e descontrolado de células, pode se manifestar tanto de forma benigna quanto maligna na região cervical. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 80% dos tumores nessa área são identificados apenas em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as chances de cura.

De acordo com especialistas, os principais fatores que aumentam o risco para esse tipo de câncer são o consumo excessivo de álcool, o tabagismo e a infecção pelo vírus HPV, além do histórico familiar. Os sintomas iniciais podem incluir sensação de corpo estranho na garganta, dor, sangramento, dificuldade para engolir, rouquidão persistente, feridas que não cicatrizam e presença de nódulos no pescoço.

Diferentemente de outros tipos de câncer, como os de mama e próstata, não existem exames preventivos específicos para detecção precoce do câncer de cabeça e pescoço. Por isso, a conscientização sobre os sinais e sintomas é fundamental para que os pacientes procurem atendimento médico o quanto antes. O diagnóstico é confirmado por meio de exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, e biópsia.

O tratamento é multidisciplinar e pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia, dependendo do estágio e da localização do tumor. As terapias atuais são mais eficazes e menos agressivas, proporcionando melhores resultados e menor impacto na qualidade de vida. O acompanhamento médico contínuo e o diagnóstico precoce são essenciais para aumentar as chances de cura e reduzir sequelas.

Resumo da Notícia

O câncer de cabeça e pescoço ocupa o terceiro lugar em incidência no Brasil, afetando especialmente o público masculino. A doença, que envolve tumores na laringe, faringe e tireoide, é frequentemente detectada em estágios avançados, comprometendo as chances de cura. Entre os fatores de risco estão o tabagismo, consumo de álcool e infecção pelo HPV. Não existem exames preventivos regulares específicos para esses tumores, o que reforça a importância do reconhecimento de sintomas como nódulos no pescoço, feridas que não cicatrizam e rouquidão persistente para busca imediata de atendimento médico.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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