Campo Grande registra 3ª menor taxa de desemprego entre capitais brasileiras
Campo Grande se destaca mais uma vez no cenário nacional ao registrar uma taxa de desemprego de 4,1% no primeiro trimestre de 2026, ocupando a terceira posição entre as capitais brasileiras. Os dados, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), colocam a capital sul-mato-grossense atrás apenas de Vitória (ES) e Palmas (TO), consolidando sua reputação como um dos mercados de trabalho mais resilientes do Brasil.
O índice de desocupação de Campo Grande é inferior à média nacional, que alcançou 6,1%, e está próximo da média estadual de Mato Grosso do Sul, que é de 3,8%. Embora tenha havido um leve aumento em relação ao quarto trimestre de 2025, essa elevação é considerada normal para o início do ano, quando ocorre o término de contratos temporários e uma desaceleração em alguns setores econômicos.
Atualmente, a cidade conta com aproximadamente 498 mil pessoas ocupadas, dentro de uma força de trabalho estimada em 519 mil. O nível de ocupação alcançou 63,8%, evidenciando a estabilidade tanto no mercado formal quanto no informal. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) corroboram esses resultados, mostrando um saldo positivo de 2.999 novos postos de trabalho formais entre janeiro e março de 2026.
A prefeita Adriane Lopes atribui o desempenho positivo a um planejamento cuidadoso e à responsabilidade fiscal da administração municipal. "Estar entre as três capitais com menor taxa de desocupação do Brasil é resultado de ações que fortalecem o ambiente de negócios e atraem novos investimentos", afirmou.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, Ademar Silva Junior, complementou que os resultados refletem um ciclo de expansão econômica contínua na capital. Ele ressaltou que, apesar das oscilações sazonais, Campo Grande está ampliando sua capacidade de atrair investimentos e desenvolver setores como comércio, serviços, construção civil, tecnologia e logística.
Esses indicadores positivos não apenas reforçam o papel de Campo Grande como um polo de desenvolvimento no Centro-Oeste, mas também evidenciam a continuidade do crescimento populacional e a expansão das atividades produtivas. A cidade está se consolidando como um ambiente favorável para o empreendedorismo, a abertura de novas empresas e a atração de investimentos privados, fatores essenciais para a manutenção de baixos níveis de desemprego.
Resumo da Notícia
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