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Brasil, México e Colômbia pedem cessar-fogo urgente no Oriente Médio

Países latino-americanos reforçam diálogo diplomático para resolver conflitos na região

Apelo Latino-Americano pela Paz

A manifestação conjunta do Brasil, México e Colômbia reforça o papel da diplomacia na busca por soluções pacíficas em conflitos internacionais, destacando a importância de evitar impactos humanitários e econômicos decorrentes da escalada de violência no Oriente Médio. Essa iniciativa sinaliza um esforço regional para promover estabilidade global e proteger interesses comuns, incentivando negociações que possam contribuir para a segurança e o desenvolvimento internacional.
Smoke rises following an explosion, after Israel and the U.S. launched strikes on Iran, amid the U.S.-Israel conflict with Iran, in Tehran, Iran, March 2, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS PICTURE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY
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Os governos do Brasil, do México e da Colômbia publicaram, nesta sexta-feira (13), uma nota conjunta pedindo um cessar-fogo no Oriente Médio e que os países envolvidos na guerra resolvam as divergências por meio da diplomacia.

“Consideramos indispensável que, no atual conflito no Oriente Médio, seja declarado um cessar-fogo imediato, a fim de abrir espaços efetivos para o diálogo e a negociação”, diz o comunicado.

Os governos latino-americanos “reiteram a necessidade de que as divergências entre Estados sejam resolvidas por meio da diplomacia internacional, em consonância com os princípios da solução pacífica das controvérsias”.

Por fim, os países manifestam estarem dispostos a contribuírem para os processos de paz que gerem confiança, “a fim de avançar rumo a uma solução política e negociada do conflito”.

Nesta semana, ao anunciar medidas para aliviar a alta do petróleo provocada pela guerra no preço do diesel no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de “irresponsabilidade” as guerras que ocorrem no mundo.

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28/02/2026 - Plumas de fumaça foram vistas subindo sobre o horizonte de Teerã após Israel anunciar que lançou um ataque preventivo contra o Irã no sábado (28 de fevereiro), enquanto a mídia iraniana noticiava que explosões foram ouvidas na capital. Foto: Frame/Reuters - Proibido reprodução
Fumaça vista em Teerã após Israel anunciar que lançou um ataque contra o Irã no dia 28 de fevereiro - Foto: Frame Reuters/Proibido Reprodução

Entenda

Pela segunda vez em oito meses, Israel e EUA lançam uma agressão contra o Irã em meio às negociações sobre o programa nuclear e balístico do país persa.

Ainda no primeiro governo de Donald Trump, os EUA abandonaram o acordo firmado em 2015, sob o governo de Barack Obama, para inspeção internacional do programa nuclear iraniano. Israel e EUA acusam Teerã de buscar o desenvolvimento de armas nucleares.

Os iranianos, por sua vez, defendem que o programa é para fins pacíficos e que se colocavam à disposição para inspeções internacionais. Por outro lado, Israel, mesmo acusado de ter bombas atômicas, nunca permitiu qualquer inspeção internacional em seu programa nuclear.

Ao assumir o segundo mandato, em 2025, Trump iniciou nova ofensiva contra Teerã, exigindo, além do desmantelamento do programa nuclear, o fim do programa de mísseis balísticos de longo alcance e do apoio a grupos de resistência a Israel, como o Hamas, na Palestina, e o Hezbollah, no Líbano.

Um dia antes da agressão contra o Irã, o chanceler de Omã, Badr bin Hamad Albusaidi, mediador nas negociações, informou que eles estariam muito próximos de um acordo, e que o Irã teria concordado em não manter urânio enriquecido em altos níveis.

As atuais hostilidades entre Israel, EUA e Irã têm origem em 1979, quando a Revolução Islâmica derrubou a monarquia iraniana aliada de Washington à época. Desde então, o país persa é alvo de sanções econômicas que buscam fragilizar sua economia.

Resumo da Notícia

Brasil, México e Colômbia divulgaram uma nota conjunta solicitando a imediata suspensão das hostilidades no Oriente Médio, destacando a importância da diplomacia para solucionar as divergências entre os países envolvidos. A iniciativa busca abrir espaço para negociações políticas que possam garantir uma paz duradoura. Os governos reafirmam seu compromisso em apoiar processos que promovam confiança e avanços rumo a uma solução negociada. O pedido ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Israel, Estados Unidos e Irã, que enfrentam um histórico de conflitos e acusações mútuas sobre programas nucleares e militares. A ação diplomática dos países latino-americanos ressalta a necessidade de priorizar o diálogo internacional e a cooperação pacífica para evitar novas escaladas de violência na região.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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