Saúde e Bem-Estar Mato Grosso do Sul
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Baixo Pantanal de MS zera óbitos maternos e reduz mortalidade infantil

Região alcança marco histórico com melhorias na assistência pré-natal e triagem neonatal ampliada

Avanço na Saúde Materno-Infantil

A eliminação de óbitos maternos no Baixo Pantanal representa um progresso crucial na qualidade dos serviços de saúde locais, beneficiando diretamente gestantes e recém-nascidos. Essa conquista reduz riscos e fortalece a confiança da população no sistema público, além de contribuir para a melhoria dos indicadores de saúde e o desenvolvimento social da região, impactando positivamente mais de 245 mil habitantes.

Resultados históricos foram obtidos após fortalecimento da rede de cuidado na região, por meio do PlanificaSUS

A Região do Baixo Pantanal registrou um marco histórico ao zerar os óbitos maternos no período analisado pelo 3º RDQA (Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior) de 2025. O resultado reforça o impacto das ações de qualificação da assistência pré-natal, do fortalecimento da APS (Atenção Primária à Saúde) e da organização da rede regional de atendimento.

O Baixo Pantanal integra a Macrorregião Centro e é composta por 12 municípios: Anastácio, Aquidauana, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Caracol, Dois Irmãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Maracaju, Nioaque e Porto Murtinho. Juntos, somam uma população estimada em mais de 245 mil habitantes, conforme o Plano Diretor de Regionalização do Estado.

A secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, destaca que o indicador é reflexo direto do trabalho integrado entre Estado e municípios. “Zerar o óbito materno em uma região demonstra que a rede está funcionando, com pré-natal qualificado, identificação de risco em tempo oportuno e fluxo assistencial organizado. É um resultado que mostra a importância de uma Atenção Primária estruturada e articulada com os demais níveis de atenção”, afirmou.

Além do avanço na saúde materna, a região também apresentou redução na taxa de mortalidade infantil, consolidando uma tendência de melhoria nos indicadores e maior resolutividade no cuidado às gestantes e recém-nascidos.

Queda regional e fortalecimento da assistência

A redução da mortalidade infantil no Baixo Pantanal reflete investimentos no acompanhamento pré-natal, na qualificação das equipes e na ampliação do acesso aos serviços. O monitoramento contínuo dos indicadores tem permitido intervenções mais rápidas, especialmente nos casos de maior risco.

Estratégia ampliada para diagnóstico precoce

Dentro da linha de cuidado materno e infantil, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) também tem direcionado esforços para o fortalecimento do diagnóstico e do cuidado às crianças com anomalias congênitas, especialmente nos primeiros dias de vida.

Os dados apontam que 44% dos óbitos infantis ocorrem entre 0 e 6 dias, período considerado decisivo para intervenções oportunas. Por isso, a ampliação da triagem neonatal e a qualificação da assistência especializada têm sido prioridades da gestão estadual.

Para a coordenadora de Saúde da Mulher, Criança e Maternidade da SES, Renata Meireles, o enfrentamento desse cenário passa pelo aprimoramento contínuo da linha de cuidado materno e infantil. “Os avanços mostram que estamos no caminho certo, mas os óbitos por anomalias congênitas exigem atenção permanente. Precisamos ampliar o diagnóstico precoce, especialmente das cardiopatias congênitas, e fortalecer a triagem neonatal para garantir encaminhamento rápido e tratamento oportuno”, destacou.

Foco em cardiopatias congênitas e triagem neonatal

Diante desse contexto, a SES tem intensificado ações voltadas ao diagnóstico e tratamento precoce das cardiopatias congênitas, uma das principais causas de morte neonatal.

O fortalecimento da triagem neonatal e a qualificação da assistência nos primeiros dias de vida são estratégias centrais para reduzir óbitos evitáveis e consolidar os avanços já alcançados na região do Baixo Pantanal.

André Lima, Comunicação SES
Foto: Arquivo SES

Resumo da Notícia

A região do Baixo Pantanal, em Mato Grosso do Sul, registrou um avanço significativo ao zerar os óbitos maternos, conforme relatório de 2025. Esse resultado é fruto do fortalecimento da rede de atenção primária à saúde, qualificação do pré-natal e organização eficiente do atendimento regional. Além disso, houve uma redução na mortalidade infantil, destacando o impacto das ações integradas entre Estado e municípios. A estratégia inclui o aprimoramento do diagnóstico precoce, especialmente para cardiopatias congênitas, por meio da ampliação da triagem neonatal e da assistência especializada nos primeiros dias de vida. Essas iniciativas refletem o compromisso da Secretaria de Estado de Saúde em garantir cuidados oportunos e melhorar os indicadores materno-infantis da região, que abrange 12 municípios e mais de 245 mil habitantes.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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