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Ataques ao Irã deixam mais de 200 mortos e centenas de feridos

Ofensiva dos EUA e Israel provoca dezenas de vítimas em 24 províncias iranianas, incluindo escola em Minab

Impactos dos ataques no Irã

Os ataques recentes no Irã intensificam a instabilidade no Oriente Médio, afetando a segurança regional e global. A violência compromete negociações diplomáticas cruciais sobre o programa nuclear iraniano, podendo dificultar soluções pacíficas e aumentar riscos econômicos, como a elevação dos preços do petróleo. A população civil enfrenta consequências diretas, com perdas humanas e destruição de infraestrutura, ampliando a crise humanitária local.
28/02/2026 - Plumas de fumaça foram vistas subindo sobre o horizonte de Teerã após Israel anunciar que lançou um ataque preventivo contra o Irã no sábado (28 de fevereiro), enquanto a mídia iraniana noticiava que explosões foram ouvidas na capital. Foto: Frame/Reuters - Proibido reprodução
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A ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, desencadeada neste sábado (28), deixou ao menos 201 pessoas mortas e 747 feridas.

A informação é atribuída a um porta-voz da Sociedade Crescente Vermelho, organização civil humanitária, e foi reportada por agências de notícias, como a árabe Al Jazeera.

Ainda segundo a Crescente Vermelho, 24 das 31 províncias iranianas foram alvo de ataques. Províncias são organizações territoriais administrativas, equivalentes aos estados aqui no Brasil.

De acordo com a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna, na sigla em inglês), um dos ataques foi em uma escola de meninas, em Minab, sul do Irã, deixando ao menos 85 alunos mortos e 60 feridos. Cerca de 50 pessoas ainda estavam sob escombros. 

Ofensiva e reações

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel aconteceram dois dias depois de uma rodada de negociações entre os americanos e os iranianos a respeito dos limites do programa nuclear do Irã. O país alega que a tecnologia nuclear tem fins pacíficos. No entanto, os Estados Unidos e alguns aliados, especialmente Israel, não aceitam o desenvolvimento nuclear iraniano.

Diversos países, entre eles o Brasil, condenaram a ofensiva deste sábado. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu um cessar-fogo na região.

Ao justificar os ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse defender os americanos. 

Em retaliação, o Irã atacou países vizinhos que abrigam bases militares americanas. De acordo com o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Hamid Ghanbari, o país tem o direito de se defender

Resumo da Notícia

Uma série de ataques coordenados por Estados Unidos e Israel contra o Irã resultou em pelo menos 201 mortos e cerca de 750 feridos, segundo a Sociedade Crescente Vermelho. As agressões atingiram 24 das 31 províncias do país, com destaque para um bombardeio em uma escola de meninas em Minab, no sul do Irã, que causou mais de 85 mortes e deixou dezenas de pessoas soterradas. O incidente ocorreu dias após negociações diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano, que é alvo de controvérsias internacionais. A ofensiva foi amplamente condenada por vários países, incluindo o Brasil, e motivou pedidos da ONU por um cessar-fogo imediato. O Irã respondeu com ataques contra bases militares americanas em nações vizinhas, reforçando sua posição de legítima defesa. O presidente dos EUA justificou as ações como proteção aos interesses americanos, enquanto a situação segue tensa na região.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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